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Cebolinha: dos benefícios às formas de uso

Esse tempero é versátil e pode fazer muito bem à saúde, desde que aproveitado da forma correta — saiba como

Por Manuela Biz - Atualizado em 26 Jun 2017, 10h07 - Publicado em 10 Jan 2017, 14h09

Origem: esse tempero tem origem europeia. Espalhou-se pelo mundo de carona com as navegações portuguesas.

Forma de uso: pode-se aproveitar as folhas e também os talos. Assim como a salsinha, ela deve ser utilizada fresca.
Acrescente sempre depois de desligar o fogo, próximo da hora de servir, para manter o sabor e as propriedades nutricionais. A cebolinha pode ser congelada, lavada e picada — desde que em baixa temperatura, ela mantém seus ativos sob essas condições.

Com o que combina: ela é democrática. Vai bem com saladas, legumes frios e quentes, sopas, grãos, queijos e molhos frescos para todos os tipos de carnes, especialmente as brancas e os pescados. Para os vegetarianos, dá um toque especial a receitas com ovos, como omeletes e suflês.

Com o que não combina: pra falar a verdade, a cebolinha não tem muitas restrições. Experimente e veja se gosta!

Benefícios nutricionais: ela contém antioxidantes e substâncias anti-inflamatórias em grande quantidade. Um estudo do Centro Médico da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, afirma que esses ativos contidos na cebolinha diminuiriam o risco de câncer de mama, cólon, próstata e ovário.

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Só tenha em mente que, sozinha, ela não opera milagres. Seu consumo faz bem quando associado a uma alimentação balanceada.

Como plantar: o tempero cresce em vasos e jardineiras, com mudas ou sementes. É preciso regar com abundância, não deixar no calor excessivo e garantir muita luz para a planta. Na hora de colher, deixe sempre 1/3 do comprimento das folhas para que voltem a brotar.

Fontes entrevistadas: Vanderli Marchiori, nutricionista e fitotarapeuta de São Paulo, e Rosângela Carvalho, nutricionista e fitoterapeuta do Rio de Janeiro

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