Oferta Relâmpago: Assine por apenas 7,99

Oligúria: o que acontece quando o corpo produz pouca urina

Escassez de xixi muitas vezes se deve a problemas passageiros, mas pode acender o alerta a questões mais graves envolvendo o sistema urinário

Por Gabriel Bueno 19 set 2024, 15h00 | Atualizado em 5 jun 2026, 00h04
Boneco no vaso sanitário
Quantas vezes devemos fazer xixi por dia  (Giorgio Trovato/Unsplash/Divulgação/Divulgação)
Continua após publicidade
Oligúria: o que acontece quando o corpo produz pouca urina Priorizar nos meus resultados Google

Sabe quando você passa o dia bebendo água, mas parece que seu corpo se esquece de uma das suas funções mais básicas? A sensação de fazer pouco xixi tem nome: oligúria, e entendê-la pode revelar muito sobre o estado de saúde do seu organismo.

Nessa situação, há uma queda na quantidade de urina produzida ao longo do dia, que é “menor do que 0,5 ml por quilo, por hora, e por pelo menos 6 horas” explica o nefrologista Carlos Eiji Koga⁠, de São Paulo.

Na prática, isso quer dizer, por exemplo, que, se uma pessoa pesa 70 quilos, ela deveria estar produzindo pelo menos 35 ml de urina por hora. Se a produção for menor do que isso durante um período de seis horas ou mais, pode-se estar diante de um quadro de oligúria.

Atenção aos sinais da oligúria

Claro que você não vai ao banheiro com um copo medidor para saber quantos mililitros de urina está produzindo. A maneira viável de monitorar a situação é entender os sinais do corpo. Além da baixa produção de urina, há outros sintomas que podem aparecer, como alterações no ritmo do coração, enjoos e sensação de tontura.

Quais são as causas da oligúria?

Elas são variadas:

Continua após a publicidade

Quando essas causas não são tratadas, o paciente pode sofrer complicações ainda mais graves.

+Leia também: Quantas vezes devemos fazer xixi ao longo do dia?

Continua após a publicidade

Tratamento da oligúria

Para fazer um diagnóstico e começar um tratamento assertivo, são realizados diversos exames clínicos como a análise da urina, exame de sangue, além de outros testes laboratoriais e exames de imagem, conforme a suspeita do médico. Também costuma ser solicitado um exame de creatinina sérica.

“O teste de creatinina é simples, barato, acessível no SUS, e através disso, a gente consegue saber a função renal. Então, aliado a um exame de imagem, mais a creatinina sérica e um exame de urina, podemos fazer uma hipótese diagnóstica”, enfatiza Koga.

O melhor curso de tratamento é definido conforme a causa de fundo. Em outros alguns casos, é necessário que o paciente receba soro na veia para repor a hidratação do corpo, em outros, a diálise pode ser a solução temporária até que o organismo volte a funcionar normalmente (o que, dependendo da gravidade do quadro, pode exigir cirurgias ou transplantes), além da utilização de antibióticos se houver um quadro de infecção.

Continua após a publicidade

Como prevenir a oligúria

Sem o tratamento correto, a oligúria pode abrir portas para problemas mais sérios, como o acúmulo de substâncias tóxicas no organismo e desequilíbrios nos eletrólitos. Para evitar esse cenário, vale manter o corpo bem hidratado, moderar o consumo de substâncias que exigem muito dos rins, como álcool e cafeína, e manter uma dieta equilibrada e saudável.

Se você tiver histórico de problemas renais e urinários, gerenciá-los adequadamente seguindo o tratamento preconizado pelos médicos é a maneira de evitar que a oligúria apareça. Na dúvida, consultar um especialista é o passo mais seguro.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner laranja com texto branco OFERTA RELÂMPAGO e um raio amarelo, seguido de Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas Superinteressante e Veja, e um celular com aplicativo abertoBanner laranja com OFERTA RELÂMPAGO em destaque, acompanhado de um raio amarelo. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, revistas Superinteressante e Veja e um cartão de crédito. No canto superior direito, um ícone de árvore
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 67% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Veja Saúde impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 12,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).