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O tempo da criança: conheça os marcos do desenvolvimento infantil

Acompanhar essas etapas é essencial para saber se tudo vai bem na evolução motora, cognitiva e emocional dos pequenos

Por Daniella Grinbergas (texto) | Estúdio Coral (design)
26 jun 2024, 11h52

“Já não era hora de engatinhar?”, “Com essa idade, não deveria estar falando?”, “Seu filho não começou a andar?” Frases como essas martelam a cabeça (e os ouvidos) de pais, mães e cuidadores. Diante delas, a resposta mais fácil é a de que cada criança tem seu tempo. E tem mesmo, o que não significa que alguns passos não devam ser dados.

Para desfazer temores e confusões a respeito, especialistas traçaram um padrão do desenvolvimento esperado para cada fase da infância, os chamados marcos do desenvolvimento. São etapas que permitem nortear os médicos e responsáveis e agir caso seja identificado algum atraso.

Eles estampam a mais nova cartilha da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), baseada em um material do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, com o intuito de oferecer pistas e otimizar a identificação de que algo indesejável esteja ocorrendo. “Na janela dos primeiros anos de vida, o cérebro está em plena formação de conexões neuronais, o que permite que qualquer agravo possa ser acessado e tratado, desde que seja cedo”, elucida o pediatra Flávio Tavares de Melo, um dos responsáveis pelo documento da SPB, amparado nas evidências mais atuais.

A publicação espera despertar uma maior conscientização sobre a necessidade de se conhecer o que está dentro da normalidade em cada período, ajudando a detectar e corrigir desvios na rota do desenvolvimento — algo que impactará inclusive uma vida adulta saudável. “Nosso objetivo é instruir as famílias a observar as crianças e levar orientações sobre os estímulos adequados em cada fase”, resume Melo.

A chamada primeira infância compõe uma etapa crítica ao desenvolvimento. É o momento de maior efervescência cerebral. Por isso, todo incentivo que o pequeno recebe nesse começo de vida — o que engloba a interação com a família — deixará marcas com repercussões futuras. “Inclusive, uma criança que não for devidamente estimulada poderá apresentar atrasos”, avisa a médica Simone Amorim, da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil.

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E, olha só, não há nada mais instigante nessa fase do que a brincadeira, a linguagem universal da infância. Pesquisas comprovam que, ao brincarem e se relacionarem com os outros, os novinhos aprendem e treinam habilidades.

As recomendações variam por faixa etária, mas a regra geral, sobretudo até os 2 anos, é apostar em cores, figuras, texturas, sons, atividades motoras… E o caminho segue com leitura, outros brinquedos, muita conversa… A paciência e a atenção plena para com os pequenos, claro, integram todo o percurso.

Numa sociedade tão conectada como a atual, os especialistas pedem cautela com as telas. Melhor evitar até os 2 anos e, depois disso, usar com bastante moderação, sob pena de comprometer o desenvolvimento físico e mental. A SBP orienta no máximo uma hora por dia entre 2 e 5 anos e até duas horas dos 6 aos 10.

Tão importante quanto os estímulos motores e cognitivos é a bagagem emocional que a meninada vai carregar. No livro Por uma Infância Feliz (nVersos) – Clique para comprar*, a pediatra francesa Catherine Gueguen compartilha as descobertas mais recentes da neurociência nesse campo. Ela explica que maus-tratos e educação violenta afetam negativamente o funcionamento do cérebro.

Sim, promovem mudanças fisiológicas na massa cinzenta. “É por isso que um abuso sofrido por uma criança pode atrasar seu desenvolvimento”, exemplifica. Não à toa, quando há um desequilíbrio na dinâmica familiar, o pequeno pode apresentar queda no rendimento escolar. Ou seja, a fragilidade emocional é inimiga do aprendizado. Um ambiente de afeto, cuidado, respeito, amor e segurança faz a diferença.

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Identificando falhas

A psicóloga Helen Mavichian, mestre em distúrbios do desenvolvimento infantil de São Paulo, ressalta que, quanto antes uma falha for identificada — seja uma questão cognitiva, psicológica ou física —, mais efetiva tende a ser a intervenção com os especialistas. “Quanto mais cedo houver o tratamento, melhores serão os resultados. Muitas vezes, é possível até reverter o atraso por completo”, explica.

Nessas horas, uma equipe multiprofissional pode ser indicada, com fonoaudiólogo, fisioterapeuta, psicólogo… “A vantagem é que, nessa fase, o cérebro é uma esponjinha, e responde rapidamente”, afirma Simone.

Nos últimos anos, um desafio adicional ao desenvolvimento das crianças foi imposto pela pandemia de Covid-19. Não dá para ignorar que muitas delas conheceram o mundo de uma maneira diferente devido às restrições e ao isolamento social. E logo veio a preocupação de que quem ficou mais no ninho e não pôde interagir tanto com o ambiente lá fora estaria mais propenso a déficits de aprendizado.

Será? “Ainda não temos estudos que atestem isso, mas entendemos que, se houve um atraso, no retorno às atividades normais ele pode ser resolvido”, observa Helen. A psicóloga esclarece que, em algumas circunstâncias mais difíceis ou traumáticas, a intervenção com profissionais é especialmente bem-vinda e pode dar conta do recado, a menos que haja uma disfunção envolvida.

Ponto pacífico entre os experts é que não adianta fechar os olhos e achar que um eventual problema se resolve sozinho. “Com frequência, vemos pais cuja primeira reação ao saber que o filho apresenta um desenvolvimento atípico é a negação”, conta Melo. Mas tal postura só atrapalha as coisas.

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A cartilha e outras iniciativas do gênero visam justamente minar esse comportamento, que tem repercussões diretas sobre os pequenos. “Com um diagnóstico precoce, as chances de tratar direito um paciente podem mudar completamente sua evolução”, salienta Simone.

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Só que esse cenário é ainda mais penoso quando as famílias se encontram em situação de vulnerabilidade social — e não são poucas no Brasil.

De acordo com um estudo do Projeto Pipas (Primeira Infância para Adultos Saudáveis), meninos e meninas de lares beneficiários de programas de transferência de renda, com insegurança alimentar e cuja mãe possui menor grau de escolaridade encaram um risco significativamente maior de ter um desenvolvimento aquém do esperado.

No mesmo levantamento, 42% dos cuidadores de filhos de até 2 anos disseram nunca ter recebido orientações a respeito. As consequências disso são registradas na mesma pesquisa: estima-se que 12% das crianças possam apresentar algum grau de atraso.

Sim, esse cenário pede ações imediatas, e quem cuida sabe: cada dia é uma transformação, e as fases passam muito rápido. Então não dá para esperar… Se houver qualquer sinal suspeito, a prudência manda conversar com o pediatra. Educando pais e responsáveis sobre os marcos do desenvolvimento infantil, estaremos impulsionando também toda uma nova geração que merece crescer e aparecer.

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Afinal, o tempo não para!

Marcos de desenvolvimento infantil: 0 a 9 meses

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(Editoria de arte VEJA SAÚDE/Veja Saúde)

2 meses

Nesse início, a maioria dos bebês passa a dar sinais de percepção do outro e do entorno. A criança olha para o rosto de quem está com ela, consegue se acalmar com uma conversa ou quando recebe colo, demonstra felicidade ao ver um cuidador e começa a distribuir sorrisinhos.

Em relação à comunicação, passa a emitir outros sons além do choro e reage ao ouvir barulhos altos. Começando a descobrir o que a cerca, é capaz de observar quando alguém se move e foca o olhar em um brinquedo por alguns segundos. Em relação ao próprio corpo, mantém a cabeça erguida ao ser colocada de bruços, movimenta os braços e as pernas e abre as mãos brevemente.

Entre os estímulos bem-vindos a essa fase estão conversas animadas, contação de histórias, carinho no colo, exercícios simples — como começar a deixá-la de barriga para baixo para praticar a sustentação da cabeça — e o estabelecimento de uma rotina.

4 meses

Agora o bebê começa a chamar a atenção para si. Sorri sozinho, ri quando alguém tenta fazê-lo se animar, olha para quem está perto, faz barulhinhos ou se movimenta para obter atenção.

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Os sons já são mais articulados, similares a “oooo” e “aaaa”, e percebe-se que ele volta a cabeça para o som das vozes familiares. Em relação aos marcos cognitivos, abre a boca quando está com fome e mostra interesse pelas mãozinhas.

No que diz respeito ao corpo, mantém a cabeça firme e sem apoio no colo, segura objetos que são colocados nas mãos dele, balança os brinquedos usando os braços, leva a mão à boca e é capaz de empurrar o tronco para cima quando está de bruços.

Estímulos indicados para essa fase envolvem manter e intensificar o contato com os brinquedos, realizar mais movimentos de corpo, permitir explorar objetos seguros, inclusive deixando que sejam levados à boca, e instigar as interações sociais.

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6 meses

A criança começa a dar bons sinais de que reconhece as pessoas com as quais está familiarizada, se olha no espelho e dá risadas mais completas. As conversas têm mais trocas — ela é capaz de revezar os sons com o interlocutor —, a comunicação inclui língua de fora com sopro de saliva e barulhos agudos, como gritinhos.

Da parte cognitiva espera-se que ela escolha e pegue o brinquedo que deseja, coloque mais coisas na boca e, na hora de comer, cerre os lábios ao ficar satisfeita.

O desenvolvimento físico já deve permitir que vire de barriga para cima para a posição de bruços, empurre o corpo com os braços esticados deitado com a barriga para baixo e se apoie nas mãos quando sentada.

Exemplos de estímulos: trave conversas que incluam respostas aos sons que ela balbucia, faça leituras com demonstrações, ensinando o nome das coisas, e exercícios que deem autonomia, como rolar e se equilibrar sentado na cama.

9 meses

Temos aqui um bebê que demonstra sentimentos com expressões faciais, estranha pessoas de fora do convívio, olha ao ouvir seu nome, reage quando o cuidador se afasta e adora brincar de “escondeu/achou”.

A comunicação se faz com sílabas repetidas como “ma-ma-ma” e “ba-ba-ba”, e os braços estendidos pedem colo. Os marcos cognitivos incluem procura por algo que esteja fora da vista e batidas de dois objetos juntos. O controle do corpo está mais perceptível: chega à posição sentada sozinho e fica sem suporte, troca as coisas de mão, usa os dedos para pegar comida.

Nessa etapa, é recomendada uma triagem de desenvolvimento — consulte o pediatra sobre a avaliação. Vale estimular o pequeno com sons para ensinar palavras, encorajá-lo a se arrastar ou engatinhar para pegar brinquedos, demonstrar gestos simples, deixar que ele se molhe e que use as mãos para conhecer e pegar novos alimentos.

Marcos do desenvolvimento infantil: 1 a 4 anos

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(Editoria de arte VEJA SAÚDE/Veja Saúde)

1 ano

Chegou o primeiro aniversário! Agora, já temos uma criança que sabe jogar, acenar, falar as primeiras palavrinhas (geralmente “mamã”, “papá” ou outro nome especial) e que entende o “não”.

Olhando para o aspecto cognitivo, ela consegue colocar coisas dentro de um recipiente e procurar por algo que esteja escondido (como um brinquedo sob uma coberta). Em relação aos marcos de desenvolvimento motor, temos avanços importantes: o bebê costuma procurar apoio para ficar de pé, consegue caminhar segurando em móveis, beber em copo sem tampa com ajuda e pegar objetos entre o polegar e o indicador.

Então é hora de ensinar sobre os comportamentos esperados, valorizar as ações positivas e indicar os caminhos. É também momento de dar exemplos, significado ao que ele tenta dizer, respostas às demandas… E estimulá-lo ainda mais com historinhas e músicas.

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1 ano e 3 meses

Agora o pequeno mostra afeto com abraços ou beijos, imita outras crianças, mostra objetos dos quais gosta, bate palmas, abraça pelúcias. A linguagem começa a destravar, geralmente com palavras incompletas.

Nessa etapa, ele olha para o objeto quando alguém nomeia, segue instruções e aponta para obter algo ou pedir ajuda. Com a cognição avançando, tenta usar as coisas de forma correta (como falar ao telefone) e empilha ao menos dois objetos. Em relação ao desenvolvimento físico, dá os primeiros passinhos e usa os dedos para pegar comida.

Vale ajudá-lo nas falas, completando as palavras e fazendo-o repeti-las, envolvê-lo em atividades da rotina, apresentar objetos novos e seus usos, cantar músicas com gestos, nomear emoções, ter paciência em ataques de raiva, tentando acalmá-lo, ensinar comportamentos desejados, brincar com blocos e praticar o uso do copo e da colher.

1 ano e 6 meses

Mais independente, a criança se afasta dos cuidadores (quando sabe que estão por perto), estende as mãos para lavá-las, ajuda a vestir-se, olha as páginas de livros, aponta para mostrar interesse.

Mais comunicativa, diz três ou mais palavras além de “mamãe” e “papai” e segue instruções sem gestos. Também começa a copiar tarefas (como usar a vassoura) e brincar com objetos de maneira simples. Com mais domínio do corpo, caminha sem apoio, rabisca, bebe em copo sem tampa, come usando os dedos, se arrisca com a colher, sobe e desce de móveis sem ajuda.

Hora de outra triagem do desenvolvimento. Bons estímulos são: brincadeiras de faz de conta, ênfase às atitudes positivas e menos atenção às negativas, ajuda para se conectar e perceber os sentimentos dos outros. Também podemos conceder a ela escolhas simples e dar início ao uso do banheiro.

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2 anos

O pequeno já percebe quando o outro está triste e busca as reações dos adultos para entender como agir em novas situações.

Mais comunicativo, começa a juntar ao menos duas palavras, aponta ao menos duas partes do corpo e figuras nos livros, explora mais os gestos. Na parte cognitiva, consegue fazer duas coisas diferentes com as mãos (como segurar um pote e girar a tampa), testa botões e interruptores, brinca com mais de um objeto ao mesmo tempo.

Em relação ao corpo, é capaz de chutar bola, correr, subir escada, comer com colher. Novamente é indicada a triagem de desenvolvimento.

Nessa altura, ajude a criança com a fala correta, participe das brincadeiras com os outros — incentive o compartilhamento e faça mediação de brigas —, peça ajuda para organizar as refeições, ofereça brinquedos que pedem soluções, brinque bastante ao ar livre e incentive o contato com as artes.

2 anos e meio

Nessa idade, brincamos ao lado ou com outras crianças, pedimos atenção para mostrar o que já sabemos fazer e seguimos rotinas simples.

Com mais repertório de linguagem, falamos em torno de 50 palavras, usamos verbos de ação e pronomes, nomeamos figuras… Agora meninos e meninas brincam de faz de conta, mostram habilidades simples para resolver problemas, seguem instruções de duas etapas, conhecem ao menos uma cor.

O desenvolvimento físico está a todo vapor: pulam com os dois pés, viram as páginas de livros e usam as mãos para torcer ou abrir coisas. Outra triagem de desenvolvimento é recomendada.

Conselhos: incentive o brincar mais com outras crianças, valorize bons comportamentos, deixe que escolha parte da alimentação, faça perguntas simples, desenhe, limite o tempo de tela, brinque de quebra-cabeça e explore movimentos de corpo.

3 anos

Nessa idade, o pequeno se acalma dentro de dez minutos ao se separar dos cuidadores, observa e se junta a outras crianças. Durante uma conversa, usa pelo menos duas trocas de turno (revezando e aguardando sua vez de falar), faz perguntas, descreve cenas de livros, sabe dizer seu nome e fala bem o suficiente para que seja compreendido.

Dentro dos marcos cognitivos, aprende a desenhar círculos e evita tocar em coisas quentes quando avisado. Com mais coordenação, consegue alinhavar, veste algumas roupas sem ajuda, usa o garfo.

Já dá para estimulá-lo a resolver problemas, falar sobre as emoções, definir regras simples, tornar a leitura mais participativa, oferecer jogos de contar, corrigir e ensinar mais palavras e composições de frases, aumentar o nível de etapas das instruções, apresentar rimas, oferecer caixas de atividades e incentivar novas brincadeiras.

Atenção com as telas, que podem viciar.

+ Leia também: Uso de telas e desenvolvimento infantil: uma abordagem intencional

4 anos

Eis aqui uma criança que finge ser um personagem, pede para brincar com amigos, conforta quem está triste, foge do perigo, gosta de ajudar e muda o comportamento de acordo com o ambiente.

Com mais domínio da linguagem, forma frases com quatro ou mais palavras, repete histórias ou canções, conta ao menos uma coisa sobre seu dia e responde a perguntas simples. Em relação ao aprendizado, nomeia cores, conta o que vem a seguir em histórias, desenha pessoas.. Com mais coordenação, pega bola, serve-se de água e comida, desabotoa roupas, segura o lápis entre os dedos e o polegar.

É a fase de apresentar à criança novos lugares e pessoas, ler e pedir para que desenrole uma história, apontar caminhos para resolver problemas, incentivar a compaixão, explicar os motivos de repreensões, dar escolhas e bons exemplos e privilegiar brincadeiras com os outros e a céu aberto.

Marcos do desenvolvimento infantil: 5 anos

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(Editoria de arte VEJA SAÚDE/Veja Saúde)

Crescida, a criança segue regras ou se reveza ao brincar com outras, canta, dança e atua, e faz tarefas simples em casa. Com uma linguagem robusta, conta histórias que ouve ou inventa com ao menos dois eventos, responde a questões mais elaboradas, mantém uma conversa com mais de três trocas de turno e usa ou reconhece rimas.

Do lado cognitivo, conta até 10, nomeia números de 1 a 5 ao vê-los, usa advérbios de tempo, foca durante cinco ou dez minutos na mesma atividade, escreve letras de seu nome e nomeia algumas letras.

Segura de seu corpo, pula em um pé só e sabe abotoar. É o momento de dar mais independência e responsabilidade. Oriente em atividades que a façam assumir liderança, ajude a ampliar as respostas e montar brinquedos complexos, ensine noções de tempo, fale sobre sentimentos, faça jogos de rimas, limite as telas, mantenha rotinas e refeições em família, ofereça leitura e jogos de atenção e
de memória.

+ Leia também“Nascemos brincando e não podemos perder essa habilidade”

Sinal ligado

Como perceber que o pequeno não atingiu um marco esperado.

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(Editoria de arte VEJA SAÚDE/Veja Saúde)

Apoio emocional

Ele está ligado ao desenvolvimento físico e cognitivo.

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(Editoria de arte VEJA SAÚDE/Veja Saúde)

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