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Obesidade muito além do peso

Afinal, #Saúdenãosepesa. Conheça a campanha de conscientização com foco nas doenças que não aparecem no ponteiro da balança, como diabete, hipertensão e apneia do sono

Por Karolina Bergamo
14 set 2016, 09h32 • Atualizado em 28 out 2016, 00h01
Dieta para emagrecer
Uma alimentação menos calórica pode reduzir o risco de câncer. (Foto: World Obesity Federation/SAÚDE é Vital)
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  • Mais de 1,9 bilhão de adultos sofrem com obesidade em todo o mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, o cenário não é diferente: 52,5% da população está acima do peso – desses, 17,9% são obesos. “Estamos falando de uma doença crônica que precisa ser identificada, tratada e prevenida”, alerta a endocrinologista Cintia Cercato, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, a Abeso.

    Leia mais: Brasileiros desconhecem elo entre obesidade e queda de testosterona

    “Não se trata de uma questão estética, mas, sim, de saúde”, esclarece a endocrinologista Rocio Della Colleta, gerente médica de obesidade da farmacêutica Novo Nordisk. O excesso de peso é um fator de risco para mais de 20 doenças crônicas, como o diabete tipo 2, a hipertensão, a apneia obstrutiva do sono e até alguns tipos de câncer, como os que acometem o pâncreas, o colo de útero e as mamas

    Pensando nisso, a Abeso lançou ontem, em São Paulo, a campanha “Obesidade é o que você não vê”. A ideia é desmitificar o assunto e ajudar a esclarecer a importância de estar em dia com a balança. No site da campanha, o leitor encontra informações úteis sobre o assunto. É possível, inclusive, calcular o seu peso ideal e ver dicas e atitudes que levam a uma vida mais saudável. 

    Leia mais: A obesidade se combate de pé

    A boa notícia é que geralmente não precisamos perder quilos e mais quilos para ter saúde. “A diminuição de 5 a 10% do peso, independentemente do valor inicial, já reduz o risco de diabete e de outros problemas, o que melhora a qualidade de vida”, revela o endocrinologista Marcio Mancini, chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas de São Paulo. 

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