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Compare: maçãs fuji e argentina

As duas variedades de maçã mais clássicas do nosso país oferecem diversos benefícios - cada uma a sua maneira

Por Thaís Manarini 30 jan 2019, 09h46

Uma das frutas mais consumidas no Brasil, a maçã entrega um pacote de benefícios a quem dá aquelas mordidas sonoras com frequência. Não à toa, um famoso ditado americano diz que comer uma unidade ao dia mantém o médico distante. Mas há sutis diferenças entre as variedades argentina e fuji, as mais clássicas por aqui.

A primeira concentra maior teor de potássio. “Esse mineral é importante principalmente para pessoas hipertensas ou que praticam atividades físicas ao ar livre”, aponta a nutricionista Renata Guirau, do Oba Hortifruti. Isso porque o mineral contrapõe os efeitos do sódio, ajudando a regular a pressão. Para os esportistas, que perdem sais minerais no suor, repor potássio é crucial para a musculatura.

No quesito fibras, que dão saciedade e ajudam o intestino a funcionar, a argentina também sobressai. “Mas tem que consumir com a casca”, avisa Renata.

Apesar desses detalhes, a fuji não deixa de ser uma boa escolha.

  • Energia

    Fuji – 67 cal

    Argentina – 75 cal

    Carboidratos

    Fuji – 18 g

    Argentina – 19 g

    Proteínas

    Fuji – 0,3 g

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    Argentina – 0,2 g

    Fibras

    Argentina – 2,4 g

    Fuji – 1,5 g

    Potássio

    Argentina – 140 mg

    Fuji – 90 mg

    Vitamina C

    Fuji – 2,8 mg

    Argentina – 1,8 mg

    (Os valores se referem a 120 gramas do alimento, o que corresponde a uma unidade da fruta)

    Placar SAÚDE

    Fuji 4 x Argentina 2

    Fonte: Tabela de Composição de Alimentos (Taco/Unicamp)

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