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Brincadeiras protegem cães contra demência

Interações promovem aumento de importante região cerebral

Por Larissa Beani Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
1 jun 2024, 11h06 •
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Brincadeiras e novos truques podem ajudar a combater demência em cães idosos (NeilLockhart/Getty Images)
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  • A cognição dos cachorros, assim como a nossa, também pode começar a vacilar com o avanço da idade. Uma boa dose de diversão, porém, ajuda a minimizar as perdas.

    Um experimento americano associou a socialização e a prática de exercícios ao crescimento do hipocampo canino, área cerebral responsável pela memória. O aumento foi flagrado em exames de ressonância de dezenas de cães acompanhados ao longo de três anos — com ou sem suporte de medicações contra demência. Os resultados foram publicados em abril na revista científica The Journal of Neuroscience.

    + Leia também: Abril Laranja busca conscientizar sobre a crueldade contra animais

    “O enriquecimento comportamental é um dos alicerces da prevenção e do tratamento da condição”, resume Thiago Teixeira, diretor do centro veterinário Nouvet, em São Paulo.

    Enquanto não há cura, a ciência reforça: a variedade de estímulos colabora para afiar as conexões neurais e preservar as lembranças dos amigos de quatro patas.

    Sinais de demência em cães

    • Mudanças comportamentais, como trocar o dia pela noite, são sinais de alerta para perda cognitiva;
    • Desorientação frequente entre animais idosos levanta suspeita e merece investigação;
    • Excesso de latidos, uivos e choros também são comuns entre cachorros com demência.

    + Leia também: O peso da genética na longevidade canina

    Marcado na memória

    Declínio afeta dois terços dos cães com mais de 15 anos, segundo estudo americano

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    Suspeita e detecção

    O diagnóstico é dado após análise de exames de sangue, tomografias e exclusão de doenças infecciosas.

    Dia a dia adaptado

    Sem cura, a condição é manejada com fármacos e atividades orientadas pelo veterinário de confiança.

    O peso da idade

    Segundo o estudo Dog Aging Project, o risco de demência cresce 52% anualmente após a primeira década de vida. 

    Cuidar para evitar

    Manter uma rotina ativa, boa alimentação e consultas em dia ajuda a promover uma velhice saudável ao seu cão.

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