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Pesquisa traça cenário da esclerose múltipla depois dos 50

Levantamento avalia o impacto da idade na convivência com a condição

Por Ingrid Luisa Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
10 jan 2025, 08h54 •
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Neurônios são danificados na esclerose múltipla. (Foto: sqback/Getty Images)
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  • Doença autoimune marcada pelo ataque das células de defesa à bainha que reveste os neurônios, prejudicando a comunicação do cérebro com o corpo, a esclerose múltipla impôs durante muito tempo uma baixa expectativa de vida a seus portadores.

    Mas a chegada de medicamentos mais modernos mudou essa história, permitindo que os pacientes envelheçam, apesar dos sintomas e sequelas.

    Hoje, a previsão é que 65% das pessoas com o problema terão mais de 50 anos até 2031.

    Nesse contexto, a comunidade global Shift.ms fez uma pesquisa com 152 pacientes 50+ para entender como eles se sentem e quais suas percepções de futuro.

    Apesar das incertezas, boa parte acredita que a idade reduziu a pressão sobre si e agora muitos conseguem ser mais gentis diante da própria condição.

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    +Leia Também: A vida continua, apesar da esclerose múltipla. E com música!

    Insights da pesquisa

    -> 1 em cada 3 pacientes tem suporte de um cuidador, geralmente o cônjuge
    -> 49% sentiram que suas necessidades de apoio aumentaram com o avançar da idade
    -> 70% consideram que sua capacidade de trabalho piorou após os 50 anos
    -> 58% convivem com depressão e ansiedade, além dos percalços da esclerose múltipla

    -> 78% tiveram piora na mobilidade, algo agravado por problemas de equilíbrio, fraqueza nos pés e caminhar mais lento
    -> 86% encararam aumento da fadiga, o que derruba a qualidade de vida
    -> 75% sentem falhas de memória e confusão mental em algum momento do dia
    -> 33% conversaram com o profissional de saúde que as acompanham sobre envelhecimento

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