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Fruto amazônico pode ajudar a combater o mau hálito

Técnica brasileira combina terapia com luz e spray de urucum

Por Larissa Beani Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 jan 2025, 08h00
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Pesquisadores brasileiros desenvolvem nova forma de lidar com mau hálito causado por problemas respiratórios (Gustavo Arrais e popovaphoto/Getty Images)
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Pesquisadores brasileiros bolaram uma solução fora da caixa para controlar a halitose causada pela respiração bucal. O método consiste em associar os efeitos antimicrobianos do urucum, fruto amazônico conhecido por seu pigmento vermelho, com a ação da terapia fotodinâmica.

Quando um é associado ao outro, amplia-se a capacidade de combater o crescimento bacteriano, que é o que provoca o mau hálito. O cheiro forte na boca de quem tem dificuldade para respirar pelo nariz acontece porque a saliva desses indivíduos evapora mais rápido.

Quando a baba está em falta, a boca perde uma importante barreira de proteção antimicrobiana — uma das consequências é o odor desagradável.

“Diante disso, começamos a estudar mais a fundo essa condição com o objetivo de desenvolver protocolos de tratamentos simples e eficazes”, elucida Sandra Kalil Bussadori, odontopediatra e professora da Universidade Metropolitana de Santos (SP), à Agência Fapesp.

A halitose é um problema que afeta a autoestima dos pacientes, inclusive crianças, e merece ser identificado e tratado.

+ Leia também: Mau hálito: conheça 5 causas da halitose e saiba como evitar

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Pronto para o combate

Tratamento foi pensado para ser facilmente reproduzido em clínicas

Todos os públicos

Os testes foram feitos com crianças, mas a técnica pode ser usada em qualquer idade.

Método acessível

Foram utilizados LED azul, que há em todo consultório, e spray de urucum patenteado.

Melhor opção

O método foi comparado ao raspador de língua e superou em eficácia. 

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+ Leia também: Refluxo e problemas dentais são principais causas de mau hálito recorrente

O que está por trás

Higiene e manejo de doenças crônicas ajudam a vencer a halitose

Falta de limpeza bucal 

Escovar os dentes e usar fio dental é o básico para evitar cáries, tártaro e mau hálito.

Respiração alterada 

Infecções como amigdalite e sinusite favorecem avanço bacteriano e cheiro ruim.

Problemas gástricos 

O refluxo é uma condição comum e está associado ao surgimento da chateação. 

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Metabolismo fora do eixo 

Alterações hormonais e estresse deixam a boca seca, propícia para bactérias.

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