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Exame de troponina: para que serve e quando é solicitado

Proteína atua na contração muscular e costuma ser dosada quando há suspeita de infarto ou outros problemas de saúde

Por João Antonio Streb
28 jun 2024, 16h30

A troponina é um conjunto de três proteínas essenciais no processo de contração muscular.

Os níveis de troponina podem indicar situações de saúde envolvendo essas estruturas, e o exame é feito sobretudo como um indicador para confirmar uma suspeita de infarto.

+Leia também: Infarto e AVC: mais de 90% das pessoas em alto risco não se tratam direito

Quais são as funções da troponina?

A troponina atua na contração muscular esquelética e cardíaca.

A ideia de músculo esquelético pode parecer confusa, mas diz respeito às células mais alongadas com contração forte e rápida do tecido muscular. São revestidas e encontradas abaixo do tecido conjuntivo que se liga aos ossos, daí o nome. Já o tecido muscular cardíaco é encontrado no coração e age rápido e com força, mas a partir de movimentos involuntários.

Existem três tipos da proteína: troponina C, I e T, que também possuem variações que atuam especificamente no coração.

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Ela é responsável pelo processo de contração muscular esquelética voluntária, ou seja, está presente nos momentos em que damos comandos aos nossos músculos para que eles se contraiam durante a realização de algum movimento.

a contração cardíaca é involuntária: os batimentos do coração não necessitam de um comando consciente.

Quando não há problemas de saúde, a troponina normalmente é encontrada em pequenas quantidades no sangue.

+ Leia também:  Proteína C reativa: o que é e para que serve esse exame de sangue

O que significa a troponina alta?

Mesmo que a presença da troponina no sangue seja algo normal, ela deve ser encontrada apenas em quantidades muito pequenas. A proteína aumenta sua concentração quando há lesões musculares de modo geral, especialmente aquelas no coração, como um infarto.

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Como ecostuma disparar em situações emergenciais, o teste dos níveis de troponina costuma ser feito quando já há suspeita de um problema cardíaco. Isso ocorre, por exemplo, em um atendimento de pronto-socorro em que o paciente chega com dores no peito e outros sintomas típicos de infarto.

O exame de sangue ajuda a complementar os achados clínicos e não exige preparo prévio, como um jejum.

Embora a medição da troponina como referência para infartos seja mais corriqueiro, alterações nesses níveis também podem aparecer em função de outras questões de saúde.

Embolia pulmonar, insuficiência cardíaca congestiva, doença renal crônica ou traumas causados por agentes externos (acidentes de carro, por exemplo) são outros fatores que podem elevar os níveis da proteína no sangue.

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