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Boca Livre

Esse é o blog de Patricia Julianelli, jornalista especialista em nutrição, esporte e qualidade de vida, além de apaixonada por comida e corrida de rua. Ela é autora do livro "Boca Livre - Comida e Boa Forma com Prazer e sem Neura" e apresentadora do quadro "Saúde em Movimento", da rádio CBN
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Dieta ou treino: o que emagrece mais?

No curto prazo, pode até ter um vencedor. Mas, para perder peso de forma saudável e sustentável, não pode haver disputa

Por Patricia Julianelli
Atualizado em 14 jun 2023, 18h23 - Publicado em 11 jun 2023, 11h05

As discussões estão cada vez mais polarizadas, com as pessoas escolhendo entre dois lados, como se não houvesse nuances entre eles. E esse fenômeno invade diversas esferas da nossa vida, da política à nutrição.

Nas redes sociais, são acalorados os debates sobre a melhor dieta, o melhor exercício, o melhor estilo de vida.

Melhor não, único. Cada grupo defende sua dieta ou treino como o único caminho possível para uma vida plena. Inúmeros estudos mencionados, infindáveis depoimentos no estilo “comigo foi o que funcionou”.

Pouca gente disposta a aprender e a trocar. Muita gente em busca de uma vitória no debate.

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Uma disputa antiga, mas que ainda rende muito é: “Para emagrecer, o que é melhor: dieta ou exercício?”. De cara, já aviso: não há um vencedor. A coisa não é tão simples. Se fosse, a indústria da dieta não estaria faturando às nossas custas há décadas e décadas.

Tanto dieta quanto treino são importantes para que a perda de peso seja saudável e sustentável. Mas, se pensarmos só no curto prazo, eu diria: “Se tiver que escolher um dos dois, aposte na dieta”. Calma: eu explico.

Para emagrecer, você precisa alcançar um déficit calórico. Ou seja, gastar mais calorias do que consome. E, ao reduzir as calorias da dieta, você perde peso, mesmo sem malhar. Mas se, por outro lado, você só malhar, mas não mexer nas calorias, a tarefa é praticamente impossível.

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Isso porque, quando começamos a treinar, o gasto calórico é baixo mesmo. Só depois de algum tempo que a gente ganha condicionamento e consegue aumentar o volume e a intensidade dos exercícios. E, claro, o gasto calórico. A ciência explica!

+ LEIA TAMBÉM: Outros textos da colunista Patricia Julianelli em Boca Livre

“Ah, mas então nem vou começar a malhar… Vou só fechar a boca. Já estava com preguiça mesmo. Agora, então…”. Nada disso!

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Fique firme no exercício que a recompensa chega. Nada de ficar encarando o visor da esteira e pensando: “Meu Deus, 30 minutos desse suplício para queimar três biscoitos recheados!”.

Primeiro: treinar vai ficando cada vez mais gostoso, eu prometo. Segundo: com o tempo, esses mesmos 30 minutos vão gastar mais energia (leia-se: calorias).

E olha que interessante: dependendo da intensidade do treino, você queima calorias durante e também depois do esforço. Isso porque o metabolismo fica levemente mais acelerado por horas e horas.

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Valorize cada caloria queimada nos exercícios. Não estou falando em superestimar o que gastou: “Andei 40 minutos. Hoje vou me acabar no buffet da firma”. Isso é sabotagem. Mas acredite: mexer o corpo diariamente aumenta, sim, nosso crédito à mesa.

Pra mim, é como achar dinheiro no bolso da calça. Quem não quer? Claro, um milionário vai fazer pouco caso. Mas quem tá vendendo o almoço pra pagar o jantar vai dar pulos de alegria. Gente, não tá fácil fechar essa conta… Qualquer trocado faz diferença!

Por tudo isso, dieta e malhação devem andar juntinhas, de mão dadas mesmo. De um lado, uma alimentação saudável e nutritiva, que priorize alimentos naturais e integrais. De outro, treinos que ajudem a queimar calorias e a manter a musculatura. O combo ideal da boa forma.

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E então: vai um trocado aí?

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