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Coma grãos e viva mais

Mas tem que ser do tipo integral, com maior aporte de elementos benéficos

Por Thaís Manarini Atualizado em 28 out 2016, 04h11 - Publicado em 16 out 2015, 09h32

Aveia, milho, arroz, trigo… Segundo pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, incluir esses alimentos na rotina é sinônimo de mais aniversários pela frente. Como isso foi descoberto? Eles separaram cerca de 110 mil voluntários em cinco grupos, de acordo com a frequência de consumo de grãos integrais. Ficou claro, então, que, entre os grandes fãs desses itens, a taxa de mortalidade por qualquer causa caía 9% e, por doenças cardiovasculares, 15%. Para Qi Sun, que conduziu a investigação, um dos motivos recai sobre a carga glicêmica. “Ao contrário dos grãos refinados, os integrais não elevam drasticamente os níveis de açúcar e insulina no sangue”, explica.

A nutricionista Daniela Chaud, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, ainda lembra que eles são mais nutritivos. “É que preservam fibras e componentes como vitaminas E e do complexo B, cobre, zinco e magnésio, além de outras substâncias de ação antioxidante”, enumera. Mas, atenção: para entrar no time dos integrais, o cereal precisa ter estas três partes intactas: 

•    Endosperma
É onde fica a maior parcela de amido, um carboidrato complexo que fornece energia.
•    Casca
O nome oficial é farelo. Carrega fibras, vitaminas do complexo B e minerais.
•    Gérmen
Concentra gorduras do bem e minerais, além das vitaminas E e do complexo B.

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