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Troque o sal pelas ervas nas refeições

Essa escolha ajuda a deixar sua dieta mais nutritiva e, acima de tudo, saborosa

Por Redação Saúde é Vital Atualizado em 10 abr 2017, 14h47 - Publicado em 6 out 2016, 14h12

Pitadas de sal além da conta estão por trás de danos ao peito. Quando há sobra da substância na circulação, a tendência é que os vasos acabem mais contraídos, o que dificulta a passagem do sangue. Isso colabora para o aumento da pressão arterial e leva a uma sobrecarga do músculo cardíaco. Sal demais também favorece a retenção de líquidos e os inchaços.

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Daí a diretriz da Organização Mundial da Saúde, a OMS, que bota o sódio entre as substâncias que precisam ser reduzidas na alimentação. Ele aparece junto do açúcar e da gordura saturada e da trans.

A recomendação da OMS é limitar o consumo entre 5 e 6 gramas de sal, o que equivale a cerca de 2 400 miligramas de sódio. 

  • Substituir o sal é promessa de maior longevidade. Tanto que estudiosos da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, analisaram, durante 15 anos, um grupo de 2,4 mil voluntários. No começo da pesquisa, o consumo era de cerca de 10 gramas. Ao longo dos anos e com o declínio da ingestão que atingiu os 6 gramas desejados, os especialistas verificaram uma proteção de 25% contra doenças cardiovasculares.

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    Sem falar que as ervas têm substâncias de ação antioxidade que contribuem para o bom funcionamento de todo o organismo. Bote alecrim nas carnes, a cebolinha no arroz, o orégano e o manjericão nas massas e não se esqueça da pimenta fresca.

    Dica: o orégano forma uma deliciosa dupla com o azeite de oliva. Isso porque no ambiente oleoso seu perfume sobressai. E tanto faz se a erva é fresca ou desidratada, suas propriedades antioxidantes continuam valendo. 

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