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Ranking avalia suporte dos países ao autocuidado

Primeiro índice que mensura o apoio das nações a um estilo de vida saudável mapeia dez países, entre eles o Brasil, e aponta o que precisa melhorar

Por Diogo Sponchiato 20 dez 2021, 12h35

A Federação Global de Autocuidado acaba de publicar o Self-Care Readiness Index, ferramenta inédita que analisa e ranqueia os países de acordo com seu suporte aos pilares do autocuidado — o que inclui alimentação balanceada, atividade física, práticas de higiene e uso consciente de remédios e produtos voltados à saúde.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define autocuidado como “a capacidade de pessoas, famílias e comunidades promoverem e manterem a saúde, prevenirem doenças e lidarem com problemas e incapacidades com ou sem o suporte de um sistema provedor de saúde”.

O novo índice envolve dez nações, entre elas o Brasil, escolhidas após consultas à OMS, e leva em conta quatro critérios — presença de atores e estruturas que viabilizam o autocuidado, empoderamento dos cidadãos, políticas públicas e ambiente regulatório.

Após mergulhar em dados, pesquisas e entrevistas, o trabalho atribuiu notas aos países. “O Brasil obteve uma boa pontuação, ficando em quarto lugar no ranking, atrás apenas de Reino Unido, Estados Unidos e Tailândia”, conta Marli Sileci, vice-presidente executiva da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), uma das entidades que colaboraram com o mapeamento.

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Segundo ela, o estudo mostra que há espaço para ampliar o empoderamento dos pacientes e uma necessidade de formular políticas públicas que promovam o autocuidado. “Ele é altamente estratégico e eficaz para o governo, porque contribui para a construção de um sistema de saúde sustentável”, justifica.

 

mapa global com as notas dos países avaliados no índice
Gráfico: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

Os pilares do autocuidado

Engajamento individual e programas públicos alicerçam a adesão a esse comportamento

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1. Buscar informação confiável: manter-se atualizado e procurar fontes sérias ajuda a filtrar o que fazer (ou não).

2. Ter bons hábitos de higiene: a pandemia valorizou essa prática, que inclui lavagem das mãos e cuidados bucais.

3. Alimentar-se com equilíbrio: aumentar a cota de vegetais e outros alimentos naturais é uma das orientações.

4. Exercitar-se regularmente: pode ser caminhada, natação, ciclismo… O importante é ter mais movimento na rotina.

5. Evitar fatores de risco: aqui entram hábitos e elementos prejudiciais, como cigarro e álcool.

6. Prestar atenção ao seu corpo: vale cultivar o autoconhecimento e ficar de olho em sintomas estranhos.

7. Usar remédios de forma responsável: a ideia é distinguir o que exige ou não prescrição e utilizar com consciência.

 

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