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Quando a Covid-19 e o câncer se encontram

As sequelas da infecção afetam o tratamento oncológico

Por Goretti Tenorio Atualizado em 21 jan 2022, 14h34 - Publicado em 21 jan 2022, 14h25

Um amplo estudo que reuniu profissionais de saúde ingleses, espanhóis e italianos examinou como a fadiga e as dificuldades respiratórias causadas pelo coronavírus têm gerado reveses a pessoas em tratamento contra o câncer. As sequelas foram relatadas por 15% entre mais de 1 500 indivíduos incluídos na análise.

“Os efeitos da Covid-19 podem comprometer a funcionalidade e o estado geral do paciente e a própria segurança das terapias oncológicas”, diz o oncologista Fernando Maluf, do Instituto Vencer o Câncer.

As repercussões observadas envolvem redução de doses ou troca de medicamentos por outros menos eficazes por questões de tolerância, adiamentos de cirurgias e até abandono do tratamento. “Para minimizar esses impactos, é importante a adoção de um cuidado multidisciplinar durante e após a infecção”, recomenda Maluf.

+ Leia também: A pele de quem encara o câncer

Os cuidados continuam

As medidas de proteção contra o vírus não podem ser relaxadas nesse contexto. São elas:

+ Distanciamento: Quimio e radioterapia geram queda da imunidade. Evitar aglomerações é regra de ouro, ainda mais com a presença das variantes do coronavírus.

+ Mãos limpas: Água, sabão e álcool em gel continuam na ordem do dia. Hidratantes ajudam a lidar com secura e descamações desencadeadas pelo tratamento oncológico.

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+ Orientação médica: Diante de qualquer sinal de infecção respiratória, como febre, coriza e tosse, os pacientes devem procurar sem demora seu oncologista.

+ Uso de máscara: Colocada de forma correta, bem encaixada no rosto, ela derruba o risco de contaminação. As do tipo PFF2 chegam a oferecer quase 100% de proteção.

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Fique sabendo

+ 15% foi a incidência de sequelas da Covid-19 em pessoas com câncer no estudo europeu.

+ 15% a taxa de abandono do tratamento na pandemia.

+ 38% o índice de mudanças no plano terapêutico.

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