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93,6% das consultas por telemedicina evitam novos atendimentos

Pesquisa revela que consultas online, além de pouparem tempo de deslocamento e espera, resolvem parte considerável dos problemas de saúde

Por Ingrid Luisa
17 abr 2024, 18h16

Você já se consultou com um médico online ?

Se hoje essa forma de atendimento é relativamente comum, antes da pandemia de Covid-19 era complicado fazer esse tipo de consulta, pois se acreditava que era necessária uma avaliação física e pessoal do paciente.

Mas, durante o isolamento, o governo e o Conselho Federal de Medicina perceberam (CFM) perceberam que a população precisava de um auxílio, mesmo a distância, e aí se criaram regras temporárias para consultas médicas online. A adesão foi tanto que a prática foi regulamentada por lei em 2022.

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“Antes da pandemia, havia muita desconfiança sobre como se davam as teleconsultas e como elas realmente poderiam contribuir para a resolução de problemas de saúde. Hoje, tanto médicos quanto pacientes sabem da importância que é ter essa opção à mão”, afirma Fábio Tiepolo, CEO da Docway, uma plataforma de telemedicina.

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“Consultas online ajudam a desafogar filas em hospitais e consultórios, com um nível bastante alto de resolutividade. Isso acelera o atendimento e ainda garante o conforto do paciente”, completa.

E isso se mostra em números: segundo pesquisa desenvolvida pelo aplicativo de telemedicina Dr. Alper, que oferece atendimento de 23 especialidades médicas, 93,6% das consultas feitas por lá tem resolutividade, e apenas 6,4% são encaminhados para o pronto socorro.

Ainda segundo os dados, os atendimentos têm o tempo médio de oito minutos, 36% geram emissão de atestados médicos e 61% contam com prescrição de medicamentos. Além disso, o dia mais buscado são as segundas-feiras pela manhã.

“É preciso educar os colaboradores e estimular grandes empresários a adotarem novos modelos”, afirma André Martins, VP de Benefícios da Alper Seguros.

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Fábio completa afirmando que a teleconsulta pode ser acionada tanto para casos pontuais quanto para o acompanhamento de condições crônicas, e que a facilidade que se tem ao acessar um médico ou psicólogo na palma da mão aumenta também a adesão a tratamentos.

Mas, claro, há um bom número de situações em que consultas presenciais são mais adequadas. Um bom papo com os profissionais que atendem você ajudam a entender quando usar recursos digitais, e quando não.

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