O segredo do molho de tomate para o fígado
Ele pode guardar uma substância protetora, desde que seja feito com os isumos certos
Sabia que um bom molho de tomate pode ajudar a reduzir a gordura acumulada no fígado?
Um ensaio clínico controlado publicado no European Journal of Nutrition sugere isso — pelo menos em pessoas com doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD).
O estudo acompanhou 93 adultos com a doença durante 12 semanas — elas receberam diariamente 80 ou 160 g em dias alternados de um molho de tomate rico em carotenoides, produzido a partir de tomates orgânicos italianos que amadureceram completamente na planta, ou um molho comercial usado como controle.
Ao final, a redução da gordura hepática foi maior no grupo que consumiu o molho natural e rico em carotenoides. Ou seja: além do sabor, o primeiro também é mais benéfico.
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Por que o molho pode ser melhor que o tomate cru?
O calor e o processamento podem aumentar a disponibilidade de alguns carotenoides do tomate, como o licopeno.
Além disso, a presença de gordura, como o azeite usado na panela, favorece a absorção desses compostos pelo organismo.
Lembrando que nem todo molho de tomate é igual: origem e concentração do fruto, quantidade de açúcar, sódio e óleo fazem a diferença. E também não dá para achar que molho, passata, extrato e ketchup estão no mesmo balaio.
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