saudeLOGO Created with Sketch.

O que é a labirintite?

Entenda os desajustes nas profundezas do ouvido por trás da sensação de vertigem e enjoo

A labirintite tem várias possíveis causas – inclusive a alimentação. Mas o que acontece dentro do corpo que causa o problema? Veja no infográfico abaixo e, depois, saiba como contornar a situação.

labirintite

(Mayla Tanferri/SAÚDE é Vital)

Um perrengue, várias causas

Além das situações acima, outras condições abrem alas à labirintite

Restrição de sangue

Alterações posturais e doenças que prejudicam o fluxo sanguíneo, como deposição de placas nas artérias, afetam o labirinto.

Ataque químico

Diabetes descontrolado e uso inadequado de certos remédios podem irritar a pequena estrutura, o que resulta em zonzeira.

Enxaqueca

Pessoas com esse tipo de dor de cabeça são mais expostas à vertigem rotatória, sensação de que tudo está girando.

 

Veja também

 

Como se trata, doutor?

Medicamentos que sedam o labirinto costumam ser a primeira opção, mas existem outras possibilidades

Reabilitação

Na fisioterapia vestibular, exercícios ensinam o sistema nervoso a compensar os problemas lá no labirinto.

Neurofeedback

Sensores são colocados na língua do paciente. Ao mover a cabeça, o equipamento estimula novos circuitos cerebrais.

Manobra de epley

O médico submete a cabeça do paciente a uma sequência de posições, fazendo os cristais do labirinto voltarem ao lugar.

O mundo gira no carro

Pessoas enjoam ou ficam zonzas em alguns meios de transporte devido a uma falta de sintonia entre o labirinto e a visão. Mas dá para evitar:

  • Mantenha o olhar fixo em um ponto para ajudar na estabilização.
  • Não fique longos períodos em jejum e evite álcool antes ou durante o trajeto.
  • Procure não ler ou ficar mexendo no celular ao longo do percurso.
  • Se possível, fique longe de cheiros fortes como de combustível, perfume e cigarro.

Descompasso inflamatório

O labirinto se comunica com o cérebro por meio dos nervos vestibulares. Toda essa região pode ficar inflamada sob ataque de vírus e micróbios. No final, os sinais para a cuca ficam atrapalhados e surgem os sintomas clássicos da labirintite.

Fontes: Ana Carolina Feitosa Riedel, otorrinolaringologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo; graziela Gaspar Santana, fonoaudióloga de São Paulo; Mônica Menon, otorrinolaringologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo; Renato Cal, otoneurologista de Belém (PA)

 

 

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s