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O impacto do coronavírus no atendimento do câncer

A pandemia dificultou o diagnóstico e o tratamento de tumores malignos. Teremos um colapso nos sistemas que atendem essa doença após a crise?

Por Da Redação - Atualizado em 18 ago 2020, 10h45 - Publicado em 25 jun 2020, 07h35

Os números assustam. De 50 a 90 mil brasileiros podem ter deixado de fazer a biópsia, um exame necessário para confirmar o câncer, nos dois primeiros meses da pandemia de coronavírus no nosso país. Dados da Inglaterra sugerem que o país enfrentará um aumento de 20% nas mortes por tumores, entre outras coisas por uma redução nos diagnósticos e nos agendamentos de quimioterapia. Qual o cenário nacional e quais o caminhos mais adequados para atender os pacientes com essa doença durante a crise? Mais um assunto para o podcast Detetives da SAÚDE.

Trouxemos para a conversa dois especialistas renomados. Um é o médico Paulo Hoff, presidente da Oncologia da Rede D’Or e diretor geral do Icesp, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. “Os casos de câncer que não estão sendo diagnosticados agora seguem avançando. Teremos o problema de lidar com quadros mais sérios e com a chegada posterior de muitos pacientes ao mesmo tempo”, reflete.

O outro é o cirurgião oncológico Gustavo Guimarães, diretor do Instituto de Urologia, Oncologia e Cirurgia Robótico (SP). Segundo ele, a liberação emergencial da telemedicina ajudou bastante, mas não resolveu alguns empecilhos, principalmente entre quem não tem acesso a esse recurso.

Mas não há só más notícias. Ambos os médicos apontam caminhos para contornamos esses problemas, mostram como o paciente com câncer, quando bem cuidado, fica relativamente protegido do coronavírus…

Você pode escutar o programa em diversas plataformas. Dá para clicar ali em cima e ouvir no nosso site mesmo. Também estamos no Spotify, no Deezer, no Google Podcasts, no Pocket Casts, no Youtube… Não sabe como ouvir nesses ambientes? Clique aqui.

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