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Como anda o estado emocional das gerações brasileiras

Pesquisa contemplando todas as regiões do país revela que os jovens são os que mais padecem com a saúde mental

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
21 out 2022, 14h17
estado emocional dos brasileiros
Geração Z, dos nascidos após anos 2000, apresenta resultados mais preocupantes em retrato nacional.  (Foto: Miss Tuni/Getty Images)
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Apesar de o bem-estar emocional ser uma preocupação em todas as faixas etárias, a geração Z, que concentra os nascidos após os anos 2000, é a que mais tem sofrido com adversidades nessa seara.

É o que detecta um levantamento realizado, a pedido da SulAmérica, pelo Instituto FSB Pesquisa com 2 mil brasileiros de todas as regiões. Ele aponta que os jovens encaram os níveis mais expressivos de ansiedade e desânimo no dia a dia.

“Há uma série de hipóteses para explicar essa realidade, e a principal delas é o excesso e a rapidez das informações a que eles estão expostos, afetando a forma como o cérebro assimila, julga e discrimina o que recebe. Como consequência, a capacidade de lidar com frustrações e limites é impactada e faz com que essas pessoas tenham tendência ao imediatismo e dificuldades diante das exigências da vida, ainda mais com a influência das mídias sociais na distorção da realidade”, interpreta Raquel Imbassahy, diretora de Gestão de Saúde Populacional da SulAmérica.

O estudo ainda aponta que 54% dos jovens da geração Z reportaram piora da saúde mental após a pandemia. O mesmo índice entre os baby boomers, aqueles nascidos entre 1945 e 1964, foi de 40%.

Para dar guarida a essas e às outras gerações, Raquel acredita que precisamos erradicar preconceitos com os cuidados mentais e ampliar o acesso a psicólogos e psiquiatras. “Na SulAmérica, os beneficiários têm à disposição consultas online, o que evita dificuldades como a distância física e o encaixe de sessões na rotina”, exemplifica.

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dados da pesquisa
(Gráficos: Estúdio Coral/SAÚDE é Vital)

+ LEIA TAMBÉM: Análise mostra o que precisa melhorar nas políticas públicas de saúde mental

DADOS DA PESQUISA
(Gráficos: Estúdio Coral/SAÚDE é Vital)
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