Oferta Relâmpago: Assine por apenas 7,99

A solidão nos lares de idosos

Ela chega a ser preocupante em clínicas e residenciais, apontam pesquisadores

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 mar 2021, 11h22 | Atualizado em 4 jun 2026, 22h56
foto de porta de lar de idoso
Assistência profissional e família ajudam a suprir solidão e suas repercussões à saúde. (Foto: NeoLeo/Getty Images)
Continua após publicidade
A solidão nos lares de idosos Priorizar nos meus resultados Google

Ciente de que se sentir sozinho é um fator que pode abalar o bem-estar físico e mental, uma equipe liderada pela enfermeira Clare Gardiner, da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, empreendeu uma revisão de estudos sobre a presença da solidão em clínicas e instituições de longa permanência (ILPIs).

E a conclusão foi, no mínimo, crítica: a prevalência de solidão considerada moderada foi de 31 a 100% e a de solidão severa variou de 9 a 81% (dependendo da pesquisa consultada).

Os achados cobram um olhar mais atento à saúde psíquica e social de idosos que vivem nesse contexto. Até porque, com o envelhecimento populacional, tem aumentado o número de pessoas acima de 65 anos morando em clínicas e residenciais de forma temporária ou permanente.

Ninguém está sozinho

Residencial, família, profissionais de saúde: todos têm um papel a cumprir.

As visitas: o convívio com familiares e amigos é essencial para alguém não se sentir de lado ou excluído. Daí a importância das visitas presenciais, ainda que em horários marcados.

Continua após a publicidade

As atividades: uma agenda de tarefas e jogos cria uma rotina mais movimentada e incentiva o contato com outras pessoas. Pode ser oficina de artesanato, aula de música ou mesmo xadrez e dominó.

As consultas: a avaliação médica e psicológica — assim como toda a abordagem multiprofissional — permite identificar e aliviar sentimentos e doenças mentais que precisam de tratamento.

A comunicação: ainda mais em tempos de pandemia, recursos tecnológicos como chamadas de vídeo aproximam a família e diminuem os momentos de solidão. O celular é aliado nessas horas.

Continua após a publicidade

Os exercícios: além das atividades que trabalham a cabeça, mexer o corpo melhora a disposição e a conexão com os outros. Os exercícios físicos são muito bem-vindos à saúde mental.

A assistência: não é incomum ver casos de pessoas que são “esquecidas” pela família em ILPIs. O apoio da clínica e de assistentes sociais ajuda a resolver impasses ligados à negligência.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner laranja com texto branco OFERTA RELÂMPAGO e um raio amarelo, seguido de Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas Superinteressante e Veja, e um celular com aplicativo abertoBanner laranja com OFERTA RELÂMPAGO em destaque, acompanhado de um raio amarelo. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, revistas Superinteressante e Veja e um cartão de crédito. No canto superior direito, um ícone de árvore
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 67% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Veja Saúde impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 12,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).