Oferta Relâmpago: Assine por apenas 7,99

A psoríase e a vergonha do corpo

Estudo sugere quem tem essa doença de pele evita ir à piscina ou à praia. O problema: o sol é aliado no tratamento

Por Thaís Manarini 19 abr 2021, 12h44 | Atualizado em 4 jun 2026, 22h57
psoriase-emocoes
Há tratamentos para controlar a psoríase. (Foto: Tharakorn Arunothai/iStock | Ilustração: Ana Cossermell/SAÚDE é Vital)
Continua após publicidade
A psoríase e a vergonha do corpo Priorizar nos meus resultados Google

Todo mês, a pele passa por uma atualização — as células mortas caem, e surgem novas no lugar. “Mas, nas pessoas com psoríase, esse processo é acelerado, porque há muita produção de queratina”, explica o dermatologista Ricardo Romiti, da Universidade de São Paulo. O resultado são lesões descamativas, sobretudo em áreas como cotovelos, couro cabeludo e joelhos — e que abalam a autoestima.

Em uma pesquisa conduzida com 180 pacientes pela HSR Health, 79% deles disseram que a vergonha é o sentimento mais forte ligado ao problema. Para ter ideia, 62% deixam de expor o corpo em praias e piscinas. “Só que, ao contrário de outras doenças de pele, na psoríase o banho de sol é indicado”, informa Romiti. Segundo ele, com o auxílio de um especialista, dá para controlar o quadro e viver bem do inverno ao verão.

Exposição segura

Entenda como pessoas com psoríase podem aproveitar os raios solares

Modo intenso
Para obter vitamina D, são receitados banhos de sol no início da manhã ou fim da tarde. Já na psoríase, o sol deve ser mais forte, como o da hora do almoço.

Tempo restrito
Para minimizar o risco de queimaduras, olho no relógio. O limite de tempo é dado pelo médico, já que depende de idade, tipo de pele, perfil da psoríase etc.

Continua após a publicidade

Direto na lesão
O raio deve incidir na área acometida. Proteja o resto do corpo. Se for à praia ou à piscina, passe filtro solar em tudo, pois a exposição será prolongada.

Não deixe de cuidar

No levantamento da HSR Health, 29% dos indivíduos com psoríase confessaram não tratar a doença. Embora ela não tenha cura, Romiti afirma que a versão leve, correspondente a dois terços dos casos, pode ser domada com medidas simples, como hidratação e exposição solar. Para as formas graves, há medicações bastante modernas — algumas já estão no SUS. “Dá para chegar a uma regressão de 90 até 100% das lesões”, conta o dermatologista.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner laranja com texto branco OFERTA RELÂMPAGO e um raio amarelo, seguido de Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas Superinteressante e Veja, e um celular com aplicativo abertoBanner laranja com OFERTA RELÂMPAGO em destaque, acompanhado de um raio amarelo. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, revistas Superinteressante e Veja e um cartão de crédito. No canto superior direito, um ícone de árvore
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 67% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Veja Saúde impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 12,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).