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A autoimagem piorou após a pandemia de Covid-19

Levantamento indica que uso excessivo de telas nesse período fez as pessoas passarem a julgar mais o próprio corpo

Por Ingrid Luisa
9 jan 2024, 15h44

Se antes de 2020 celulares e computadores já faziam parte da vida de qualquer um, depois da pandemia se tornaram onipresentes.

E ver imagens de pessoas o tempo inteiro acabou mudando a percepção que muita gente tem de si mesma e até do próprio conceito de beleza.

É o que diagnostica um estudo sobre comportamento e estética no mundo pós-pandêmico com quase mil pessoas de 14 países da América Latina encomendado pela Merz Pharma.

O inquérito também revela uma maior busca por procedimentos para mudar contornos e características do rosto ou do corpo.

“Enxergar-se e comparar-se mais criou novas percepções. E precisamos ficar atentos quanto a isso, porque a dismorfia corporal, quando a pessoa não se enxerga como é, atinge 2% da população, mas está presente em 12% dos pacientes que buscam intervenções”, afirma o médico Gladstone Faria, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

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+Leia Também: Entre a beleza e o perigo: os riscos dos procedimentos estéticos

Novos efeitos sobre si

Pesquisa latino-americana escancara mudanças de visão e comportamento

Self hangover
“Ressaca de si”, é a sensação de desconforto com a autoimagem.

Efeito zoom
Ver demais a própria face nas telas ressaltou imperfeições antes não notadas.

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Self-esteem shot
Um shot de autoestima: fazer um procedimento para se enxergar melhor.

+Leia Também: Procedimentos estéticos: beleza precisa caminhar sempre junto à saúde 

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