🔥 Mês do Cliente: Assine o Digital por R$ 9,90/mês e tenha conteúdo exclusivo na palma da sua mão!

Vem aí uma vacina contra chikungunya

Desenvolvido nos Estados Unidos, o imunizante foi altamente efetivo em animais e agora vai para as etapas finais de teste

Por Ana Luísa Moraes 16 fev 2017, 17h31 | Atualizado em 3 jul 2026, 23h26
Vacina
Confira as principais mudanças anunciadas pelo Ministério da Saúde (Foto: GI/Getty Images)
Continua após publicidade
Vem aí uma vacina contra chikungunya Priorizar nos meus resultados Google

Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a previsão para 2017 é que o número de infectados pela doença aumente. O prognóstico parece certo: em janeiro, os casos triplicaram em Minas Gerais em relação ao mesmo mês de 2016. Apesar do crescimento, a boa notícia é que a vacina contra chikungunya está perto de virar realidade.

Desenvolvida na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, ela já foi testada em camundongos e macacos. Nesses animais, protegeu completamente os bichos — os pesquisadores estão otimistas que a resposta nos humanos será similar.

Para entender melhor o funcionamento da nova estratégia, é preciso entender antes os dois principais tipos de vacina. A atenuada usa o vírus vivo enfraquecido para desencadear a resposta imunitária, que é bem forte e costuma durar para o resto da vida. A desvantagem é que, como o agente infeccioso está ativo, existe uma chance mínima de a pessoa desenvolver o problema contra o qual pretendia se resguardar.

Já as inativadas usam o “vírus morto”, mas não apresentam resposta tão potente como a outra. Isso acontece pelo uso de uma substância, a formalina, que degrada a ação da imunização.

Dito isso, a vacina contra o chikungunya é baseada no vírus Eilat, que só afeta invertebrados. Como ele não pode atingir humanos, não precisa ser tratado com a formalina. “Formos surpreendidos ao ver que a imunogenicidade era bem maior do que esperávamos de uma vacina inativada”, disse Scott Weaver, líder do estudo, em comunicado.

Ou seja, essa vacina teria um alto poder de proteção, com efeitos colaterais mínimos. Agora é esperar para ver se os testes em humanos confirmam a boa nova.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional com fundo verde-escuro. À esquerda, texto em amarelo e branco: O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo uma página de notícias com imagens de produtos e um ícone de árvore verde ao ladoMão segurando um smartphone branco com a tela exibindo um aplicativo de notícias, ao lado do texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua em fundo verde-escuro, com um ícone de árvore no canto superior direito
ECONOMIZE ATÉ 87% OFF

Digital Básico

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Veja Saúde impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
De: R$ 29,99/mês
A partir de R$ 10,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).