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O que é sarampo: saiba mais sobre a doença por trás de surtos no Brasil

Sintomas, vacinas, transmissão, tratamento... Conheça a doença que vem assustando diferentes estados brasileiros – e que pode se espalhar ainda mais

Por Da Redação Atualizado em 10 fev 2020, 17h43 - Publicado em 5 jul 2018, 18h55

surtos de sarampo no Brasil. Mas o que é sarampo? Como ele é transmitido? Quem deve tomar a vacina e como evitar a doença? SAÚDE explica tudo. Veja abaixo:

  • O que é sarampo e quais seus sintomas

    É uma doença infecciosa por um vírus altamente contagioso – falaremos da transmissão mais pra frente. Parte das pessoas que o contraem lidam com ele sem manifestar quaisquer sintomas. Outras sofrerão com:

    • Manchas no corpo e no rosto
    • Coceira
    Conjuntivite
    • Febre
    • Tosse persistente
    • Infecção no ouvido

    O maior problema, no entanto, envolve as crianças, que têm o sistema imunológico mais frágil. Entre elas, quadros de pneumonia, convulsões e morte são mais comuns.

    Pois é: o sarampo está longe de ser uma doença leve, como às vezes se propaga. Tanto que, antes do surgimento da vacina e das campanhas subsequentes, ele foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo.

    Como essa infecção é transmitida

    O vírus do sarampo é facilmente passado de um indivíduo para outro através de secreções. Ou seja, um espirro ou um beijo são mais do que o suficiente.

    A enfermidade é transmitida durante a fase mais ativa do problema, em que o paciente apresenta febre alta e mal-estar, por exemplo. Isso costuma durar uns quatro dias.

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  • Eu devo tomar a vacina?

    Hoje, tanto a tríplice viral quanto a tetravalente (contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora) estão disponíveis na rede pública e privada.

    A versão tríplice viral idealmente deve ser aplicada em bebês de 12 meses, com um reforço aos 15 meses de vida. O imunizante também é ofertado para pessoas de até 49 anos que não foram vacinadas. Se você não sabe se recebeu suas doses, converse com um médico e vá ao posto de saúde.

    A proteção conferida pela vacina é alta. Mais de 90% dos sujeitos que recebem as duas doses criam um bloqueio duradouro contra o vírus.

    Fora isso, ela é segura na população indicada. E, mesmo nos poucos casos em que gera reações adversas, pode ter certeza: eles são bem menos preocupantes do que a doença em si.

    Só é importante conferir se o indivíduo é alérgico ou se possui alguma contraindicação. Nada que uma conversa com o profissional de saúde não resolva. Saiba mais detalhes sobre a vacina aqui.

  • Como tratar o sarampo

    Não há um remédio específico para a doença – mais um motivo para não deixar de se vacinar. O paciente deve se manter sempre hidratado e bem alimentado, enquanto os médicos lidam com as consequências do quadro, como diarreia.

    Em crianças especificamente, a suplementação de vitamina A é uma opção que amenizaria complicações.

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