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Dormir a menos (ou a mais) ativa genes da obesidade

O excesso ou a privação de sono potencializa a predisposição genética ao ganho descompensado de peso

Por Vand Vieira
Atualizado em 14 fev 2020, 18h28 - Publicado em 7 mar 2017, 13h33

Segundo diretrizes da Associação Brasileira do Sono, um adulto deve dormir de 7 a 9 horas por noite para que diversas funções do organismo não saiam prejudicadas. Uma delas, de acordo com pesquisadores da Universidade de Glawsgow, no Reino Unido, refere-se à ação de genes associados à obesidade, presentes em alguns azarados.

Essa relação, divulgada recentemente pelo periódico científico The American Journal of Clinical Nutrition, ancorou-se em informações médicas de quase 120 mil voluntários na faixa etária de 37 a 73 anos. Cotidiano, genética, índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura de cada um deles foram analisados.

Entre portadores de um DNA que favorecia o crescimento da barriga, os que não conseguiam pregar os olhos por mais de 7 horas diárias eram, em média, dois quilos mais pesados em comparação a quem seguia a recomendação dos especialistas no assunto.

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A diferença registrada foi ainda maior na turma que dormia acima de 9 horas: quatro quilos. E até quem só costumava cochilar durante o dia ou trabalhava por turnos, sempre em horários diferentes, foi considerado mais propenso à doença que atinge um quinto dos brasileiros.

Mesmo considerando outros aspectos, como fatores sociodemográficos e problemas de saúde que se refletem na balança, a conclusão da pesquisa não mudou. Para os cientistas responsáveis pelo trabalho, isso mostra que indivíduos com esse tipo predisposição hereditária devem ter uma atenção especial à qualidade e à quantidade de sono — além de, claro, ajustarem a dieta e os exercícios físicos.

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