🔥 Semana do Cliente: Assine o Digital por R$ 5,99/mês e tenha conteúdo exclusivo na palma da sua mão!

Ao leitor, uma prestação de serviço

VEJA SAÚDE examina a onda dos peptídeos e outras tendências de saúde sob o rigor da avaliação científica

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 set 2026, 14h00
Seringa com agulha e bico verde-água, preenchida com cápsulas esféricas rosadas, e uma gota rosa na ponta da agulha, sobre fundo rosa
Peptídeos são usados nas redes sociais como sinônimo de longevidade e beleza — mas não é bem assim que funcionam (Felipe Del Rio/Veja Saúde)
Continua após publicidade
Ao leitor, uma prestação de serviço Priorizar nos meus resultados Google

Tenho um amigo de longa data, publicitário de formação, que é louco por suplementos e vitaminas e faz questão de acompanhar nosso trabalho em VEJA SAÚDE.

Há pouco tempo ele me mandou uma mensagem: “Puxa, Diogo, vocês só querem derrubar as tendências. Precisa levar as coisas tão a sério assim?” Eu até me assustei.

Todo mundo adora uma nova tendência — e a gente não é diferente. A queixa dele se refere ao nosso pendor por examinar as “novidades” sob olhar baseado em evidências científicas. Foi assim que falamos da onda da creatina (que ele toma), da febre da proteína (que ele compartilha), das promessas dos implantes hormonais (felizmente, nessa ele não entrou) e das indicações e limitações das famosas canetas emagrecedoras.

Me perdoe o leitor se não concorda comigo, mas não é chatice de nossa parte. É um dever profissional e até ético. Me perdoe, de novo, se eu soar repetitivo a quem nos prestigia, porém o fato, inegável, é que ainda não inventaram melhor instrumento para avaliar condutas de saúde — do suplemento vitamínico à vacina — do que estudos sérios e controlados.

E é a ciência, matéria-prima de universidades, centros de pesquisa e agências regulatórias, que aponta ponderações às tendências que surgem e ressurgem por aí.

Continua após a publicidade

Nossa missão, como veículo jornalístico, é lançar seu farol, com os devidos esclarecimentos, nessa direção. Veja, a vontade (e o apelo) de se cuidar é legítimo e louvável. O problema é se fiar naquilo que carece de sustança e confiança.

E aí retomo o meu amigo e chego ao tema de nossa reportagem de capa. A primeira vez que ouvi o termo “peptídeos”, na nova acepção que ganhou nas redes sociais e comerciais, foi da boca dele. Achei que estivesse falando das canetas de semaglutida e tirzepatida, realmente validadas por estudos e autorizadas pelos órgãos oficiais, mas não…

Ele se referia a nomes químicos e códigos misteriosos de substâncias que nem sequer foram avaliadas direito em seres humanos — muito menos liberadas por Anvisa e suas semelhantes mundo afora.

Continua após a publicidade

O mais complicado, desta vez, é que peptídeos carregam todo um verniz científico. E, debaixo do mesmo guarda-chuva, encontram-se desde medicamentos já consagrados até moléculas experimentais, algumas delas com eficácia refutada.

Só que o assunto cresceu! Não à toa, de olho na força das postagens por aí, ninguém menos que o nosso CEO, Mauricio Lima, nos cobrou uma investigação a respeito, missão confiada à jornalista Ingrid Luisa, que mergulhou nesse mar de termos técnicos, siglas e promessas.

Talvez meu velho amigo publicitário não vá gostar de tudo que vai ler por aqui, mas eu insisto que estamos prestando um serviço a ele e a milhões de brasileiros.

Continua após a publicidade

Já assistiu a VEJA+ TV?

Televisão exibindo um programa com dois apresentadores sentados em cadeiras. Um homem de óculos e barba, com suéter marrom, segura um papel. Uma mulher de óculos, blazer e calça azul, gesticula. Ao fundo, um painel com VEJA e CUIDE-SE e uma estante com revistas
Assista ao Veja e Cuide-se na VEJA+ TV (VEJA+ TV/Divulgação)

Acho que você já sabe, mas faço questão de renovar o convite, caso ainda não esteja a par. Agora o Grupo Abril tem um canal de TV e streaming gratuito, no qual todas as marcas da empresa — de VEJA a QUATRO RODAS — sustentam uma programação diária e diversificada de conteúdos.

VEJA SAÚDE, claro, também bate ponto na tela e na telinha. Toda semana tem novo episódio do VEJA e Cuide-se, que leva especialistas para falar de intestino a coração. E, em breve, vamos estrear um programa sobre saúde animal. Se liga lá!

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional em fundo verde-escuro com texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo um portal de notícias e um ícone de árvore verde-claraMão segurando um smartphone com tela exibindo um portal de notícias, ao lado do texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua e um ícone de árvore
ECONOMIZE ATÉ 87% OFF

Digital Essencial

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Veja Saúde impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
De: R$ 29,99/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).