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Exercício ajuda a equilibrar os níveis de testosterona

Largar o sedentarismo eleva as taxas desse hormônio em gente acima do peso, mais sujeita aos déficits

Por Theo Ruprecht
Atualizado em 11 mar 2017, 10h06 - Publicado em 11 mar 2017, 10h06

Osteoporose e perda de libido estão entre os efeitos da queda desse hormônio masculino. Não à toa, cientistas da Universidade de Tsukuba, no Japão, estudam como aumentar sua concentração. Em um de seus últimos trabalhos, 28 voluntários acima do peso passaram a correr ou caminhar de 40 a 60 minutos três vezes por semana. Depois, eles foram comparados a 16 marmanjos magros, que treinaram da mesma maneira.

Após três meses, ficou claro que o esforço fez subir a quantidade de testosterona no pessoal com sobrepeso, enquanto se manteve estável nos outros. “O exercício estimularia sua fabricação pelos músculos”, supõe Hiroshi Kumagai, líder da pesquisa. Cabe destacar que, nos participantes com banha de sobra, o índice dessa substância superava no início 12 nmol/L*, o mínimo preconizado. “Contudo, ganhos acima do limite trariam benefícios adicionais, inclusive para o sistema cardiovascular”, arremata Kumagai.

Antes e depois

As mudanças provocadas pela ginástica não se resumem à queima de gordura corporal. Confira as taxas detalhadas dessa turma:

Nível de testosterona nas pessoas em forma

Início do treino – 21,2 nmol/L

Término do estudo – 21,1 nmol/L

Nível em gente com sobrepeso ou obesa

Início do treino – 15,4 nmol/L

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Término do estudo – 18,1 nmol/L

* Os níveis de testosterona são medidos em nanomol por litro.

Vale a pena apertar o passo?

As atividades vigorosas foram as que mais incitaram a produção de testosterona. Ocorre que elas elevam o risco de lesão entre obesos. A solução: comece devagar, acerte o cardápio e, ao emagrecer e ganhar fôlego, acelere a passada gradualmente.

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