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Doce berlinda: conheça 5 adoçantes e suas propriedades

O que os estudos e as agências regulatórias falam dos adoçantes mais comuns

Por Alexandre de Santi (colaborador) 12 ago 2016, 13h48 | Atualizado em 22 out 2016, 14h30
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Não é de hoje que os adoçantes artificiais dividem opiniões. Eles protagonizam com frequência a arena de debates porque, embora sejam valiosos a quem precisa reduzir drasticamente a ingestão de açúcar (caso de pessoas diabéticas ou muito acima do peso), vira e mexe surge uma história de que teriam efeitos adversos sobre o organismo. Listamos o que alguns eestudos e agências regulatórias falam sobre os tipos mais comuns.

1. Acesulfame-K

Ele é, na verdade, um sal de potássio sintético 200 vezes mais doce que o açúcar comum. Segundo o FDA, o órgão que regula a comercialização de remédios e alimentos nos Estados Unidos, mais de 90 estudos confirmam sua segurança.

2. Sacarina

Descoberta em 1879, não por acaso ela tem um gostinho mais amargo: é derivada do petróleo. Na década de 1970 foi ligada ao câncer em experiências com ratos. O FDA pontua, no entanto, que há evidências suficientes a favor de sua segurança.

3. Ciclamato de sódio

Com um gosto levemente mais azedo, a substância é permitida no Brasil, mas proibida nos Estados Unidos — diversos estudos sugerem um potencial cancerígeno. É contraindicada a quem tem hipertensão.

4. Aspartame

É o mais polêmico. Autoridades europeias sinalizaram que seu consumo é seguro, mas se sabe que ele pode causar mal-estar em algumas pessoas. Há indícios de que possa ter relação com o câncer, embora o FDA garanta o contrário.

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5. Sucralose

Derivado da cana, é o adoçante mais usado no mundo. Dentro do limite (500 gotas ou 75 sachês por dia), é tido como seguro pelo FDA, já que o corpo eliminaria 98% da sucralose nas fezes e na urina. Mas uma pesquisa acusa a formação de compostos tóxicos quando ela é submetida ao calor.

Contribuiu para a reportagem: Paula Sperb

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