Assine VEJA SAÚDE por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Pimenta para viver mais

Estudo diz que comidas picantes reduzem em 13% o risco de mortalidade. Faça nosso teste para ver se você é um grande conhecedor do universo das pimentas

Por Thaís Manarini
Atualizado em 7 mar 2017, 15h52 - Publicado em 16 jan 2017, 18h35

Se você é daqueles que têm preferência por comida com um toque de pimenta, pode comemorar. Mais uma pesquisa acaba de concluir que o hábito resultaria em uma vida mais longa – principalmente por proteger contra infarto e derrame. Os achados são da Universidade Vermont, nos Estados Unidos, e foram baseados no acompanhamento de mais de 16 mil pessoas por cerca de 20 anos.

Ainda não se sabe exatamente de que forma as pimentas agem para garantirem mais aniversários. Mas, segundo os autores do trabalho, há algumas boas hipóteses no ar. Por exemplo: acredita-se que a capsaicina, substância responsável pela ardência do alimento, influencia em mecanismos capazes de evitar a obesidade e modula o fluxo sanguíneo. Além disso, parece que alteraria a flora intestinal — e, hoje, o estado da microbiota é encarado como indicador de saúde.

Leia também: Substância da pimenta é esperança contra o câncer

Essa não é a primeira pesquisa a estabelecer esse elo. Em 2015, cientistas das universidades de Pequim, na China, e Harvard, nos Estados Unidos, encontraram evidências de que um cardápio picante era sinônimo de maior expectativa de vida. Eles descobriram que apimentar o prato só uma ou duas vezes por semana já diminuía em 10% o risco de morte.

Continua após a publicidade

Na época, em entrevista para a SAÚDE, o professor Liming Li, da Universidade de Pequim, comentou que não é de hoje que esse alimento ou seus componentes ativos são associados à melhora da inflamação, à redução da gordura corporal e a um perfil de colesterol e triglicérides mais equilibrado — fatores que definitivamente contribuem para a longevidade. “No entanto, pouco se conhece sobre os mecanismos que justificam esses efeitos. Precisamos de mais estudos para esclarecê-los”, disse o epidemiologista.

Você sabe diferenciar os tipos de pimentas?

Com base nas imagens abaixo, veja se consegue identificar diferentes variedades do alimento (e conheça mais sobre cada uma)

Continua após a publicidade

 

 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

A saúde está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA SAÚDE.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou

Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja Saúde impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 12,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.