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Dieta mediterrânea retarda o envelhecimento do cérebro

Estudo indica que fazer boas escolhas à mesa é importante para reduzir a perda de volume cerebral ao longo da vida

Por Vand Vieira
25 jan 2017, 16h30 • Atualizado em 22 out 2019, 10h55
Aposte nos alimentos certos para preservar os neurônios.
Alimentação natural ajuda a proteger as funções cognitivas  (Foto: Alex Silva/)
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  • Mais um benefício na conta da aclamada dieta mediterrânea. Além de proteger o coração e prevenir diversos tipos de câncer, seguir um cardápio natural, baseado nos hábitos de países como Grécia e Espanha, que costumam privilegiar alimentos como o azeite, as castanhas e os peixes frescos, parece favorecer o desempenho de funções cognitivas na velhice. O achado vem de um artigo assinado por pesquisadores escoceses, ingleses e canadenses e foi divulgado recentemente pela Academia Americana de Neurologia.

    Depois de observar por três anos a alimentação de 967 pessoas que não sofriam de demência, pesquisadores recrutaram 562 delas para um exame que mede o volume neuronal, a quantidade de massa cinzenta e a espessura do córtex, a camada mais externa do cérebro. A idade média dos voluntários era de 70 anos. Após essa primeira batelada de testes, 401 voluntários foram acompanhados por mais três anos. Ao final do período, os experts analisaram novamente todos os parâmetros cerebrais deles.

    Com a análise em mãos, era hora de compará-la ao que costumava entrar no prato dessa turma. Para surpresa dos especialistas, aqueles que consumiam mais frutas, hortaliças, azeite de oliva, legumes, arroz, peixes, aves, laticínios e vinho — um cardápio típico da dieta mediterrânea — apresentaram menor perda de volume cerebral nos seis anos anteriores. O mesmo ganho não foi observado na quantidade de massa cinzenta e na espessura do córtex, os outros dois aspectos avaliados.

    “Novos estudos serão realizados para confirmar essa relação e determinar se o resultado está ligado a um nutriente específico ou a combinação desses alimentos como um todo”, declarou em comunicado à imprensa Michelle Luciano, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, uma das autoras do estudo.

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