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Quando o coração do bicho adoece

Cães também podem desenvolver doenças cardíacas. Mas, se o dono está atento aos sintomas, esse tipo de problema é contornável

A cadelinha Joana, de 10 anos, virou notícia recentemente. Vítima de uma pane no coração que a fazia desmaiar e ter convulsões, ela recebeu um marcapasso no Hospital Veterinário da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu. Após a cirurgia, as síncopes cessaram. Apesar de o procedimento em si não ser corriqueiro, defeitos como o de Joana são até comuns, sobretudo nos bichos mais velhos e nas raças menores. Em geral não há cura, porém um tratamento adequado melhora a qualidade de vida do animal. “A maioria consegue conviver com o problema por um longo período”, atesta Danielle Graziani, proprietária da Pet Heart Cardiologia Veterinária, em São Paulo. Isso se fatores sabotadores, como o excesso de peso, não tomarem conta do pedaço.

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As duas encrencas cardíacas mais comuns em animais

Disfunção na válvula mitral: uma degeneração dessa estrutura atrapalha o fluxo sanguíneo na região.

Cardiomiopatia: é quando o coração fica fraco e deixa de se contrair adequadamente.

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Os sinais que indicam problemas no peito

– Tosse: é a manifestação mais corriqueira. Se for insistente, vale visitar o veterinário.

– Dificuldade para respirar: ofegar demais é indício de mal cardíaco ou respiratório. Testes firmam o diagnóstico.

– Desmaio: embora mais raro, sinaliza uma circulação sanguínea pra lá de deficiente.

– Indisposição: desconfie se o animal está sempre amuado ou perde a energia rapidamente.

– Alteração de comportamento: falta de apetite, desânimo e estresse acendem o sinal amarelo.