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A autoestima das mulheres com câncer de mama – Especial Outubro Rosa

Manter o bem-estar físico e mental após o diagnóstico desse tumor é possível - e ajuda inclusive no tratamento. Saiba mais neste vídeo com dois experts

Por Diogo Sponchiato Atualizado em 1 nov 2018, 13h09 - Publicado em 30 out 2018, 15h49

As cicatrizes físicas e emocionais do câncer de mama não podem ser negligenciadas durante e após o tratamento. Neste vídeo especial para o Outubro Rosa, o foco está na preservação da qualidade de vida mesmo após o diagnóstico da doença. Sim, isso é possível, como mostram o mastologista Carlos Alberto Ruiz, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, e a jornalista e psicóloga Valéria Baraccat Gy, diretora do Instituto Arte de Viver Bem.

Valéria, que já se curou de um tumor de mama, destaca que a busca por qualidade de vida vai muito além do uso de eventuais perucas após a perda de cabelo (o que também pode ser importante). O próprio conhecimento dos direitos que a paciente tem, por exemplo, ajuda demais nessa fase difícil. E, claro, é fundamental também falar de sexo, sem tabus.

  • Por sua vez, o médico Carlos Alberto Ruiz destaca que conseguir manter o bem-estar físico e mental contribui até para o sucesso do tratamento. Ou seja, realmente não dá para deixar essas questões de lado.

    Com essa entrevista, encerramos nossa série de vídeos especiais para o Outubro Rosa. Não viu os outros na TV SAÚDE? Já abordamos a prevenção, o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama. Não perca!

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