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Vacina da dengue: público-alvo é ampliado para doses perto do vencimento

Governo autoriza cidades a distribuírem doses que perderiam a validade em abril a pessoas de 4 a 59 anos. Mas cada local pode adotar públicos diferentes

Por Andreia Verdélio, da Agência Brasil*
18 abr 2024, 12h10

O Ministério da Saúde ampliou o público-alvo da vacinação contra a dengue para evitar perdas de estoques de vacinas que estão próximas do vencimento. Doses da Qdenga com validade até 30 de abril poderão ser aplicadas em pessoas de 4 a 59 anos – mas, preferencialmente, em crianças e adolescente de 6 a 16 anos.

“Os municípios que tiverem muitas vacinas contra dengue […], representando um risco de perda física, poderão aplicá-las em faixa etária ampliada, de 6 a 16 anos. Em caso de necessidade, eles poderão ampliar a estratégia para a faixa etária aprovada pela Anvisa, entre 4 a 59 anos […]”, escreveu a Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (18).

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Ela destacou que a modificação da estratégia é temporária, em razão da data de vencimento das vacinas. Mas quem se vacinar nesse cenário, terá sua segunda dose garantida.

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“Lembrando que cada município está em uma situação diferente com relação ao estoque, então é importante verificar junto ao município a faixa etária liberada. Neste momento é de extrema importância levar as crianças para a atualização da caderneta vacinal, para protegê-las e reduzir os riscos de dengue”, acrescentou.

A campanha de vacinação contra a dengue teve início em fevereiro, com a distribuição de doses a 521 municípios selecionados pelo Ministério da Saúde. O público-alvo prioritário são crianças e adolescentes com idade entre 10 e 14 anos, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde.

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“Embora exista a vacina, o controle do vetor Aedes aegypti é o principal método para a prevenção e controle para a dengue e outras arboviroses urbanas (como chikungunya e zika), seja pelo manejo integrado de vetores ou pela prevenção pessoal dentro dos domicílios”, alerta o Ministério da Saúde.

*Este conteúdo foi escrito pela Agência Brasil.

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