Protetor solar em cápsula funciona?
A alternativa, rica em antioxidantes, ajuda, mas não substitui a versão em creme
Pisar na praia, tomar uma cápsula e pronto, pele resguardada de queimaduras e envelhecimento precoce.
Esse é um sonho de praticidade, ainda mais porque passar filtro solar todo dia, na quantidade certa e sem se esquecer de reaplicações, exige disciplina.
Não é à toa que empresas têm buscado desenvolver protetores via oral, que podem ser utilizados uma vez ao dia. Mas — sonho distante! — eles não substituem os cremes. Seu papel, na verdade, é complementar, pois atuam de modo diferente.
+Leia também: Câncer de pele: como prevenir o tumor mais frequente no país?
O sol agride a pele de duas formas: queimando e provocando a morte de células; e gerando radicais livres, que danificam o DNA e abrem cena a mutações perigosas.
O protetor tópico age nas duas frentes; o oral só na segunda. “Ele tem um efeito interessante no longo prazo, desde que seja aliado ao creme”, diz o farmacêutico Maurizio Pupo, autor do livro Tratado de Fotoproteção.
Mais carne, menos arroz: as contradições da nova pirâmide alimentar dos EUA
O que diz a Nestlé sobre fórmulas infantis recolhidas por risco de toxina
Tirzepatida: como saber se é falsa e como não cair em ciladas
Flexão hindu: conheça o exercício, para que serve e como realizá-lo
Retatrutida: nova injeção reduz 28% do peso corporal em estudo







