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Paracetamol: versão com liberação 5 vezes mais rápida chega às farmácias

Farmacêutica usa tecnologia para potencializar a absorção da substância, cuja segura e eficácia já é bem conhecida

Por Larissa Beani Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 Maio 2025, 16h01 • Atualizado em 17 Maio 2025, 01h41
paracetamol-mais-potente
Medicamento que usa princípio ativo conhecido tem absorção mais rápida  (Freepik/Reprodução)
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  • A inglesa Haleon trouxe ao Brasil uma nova versão do paracetamol que utiliza uma tecnologia chamada Optizorb, responsável por aumentar a rapidez com a qual o medicamento é digerido e, consequentemente, age contra a dor.

    A tecnologia tem sido desenvolvida há décadas e, em estudo clínico, demonstrou que o comprimido consegue ser completamente absorvido pelo organismo em menos de 13 minutos, sendo que as pílulas padrão de paracetamol demoram cerca de 70 minutos.

    “Por isso, o Optizorb proporciona uma liberação cinco vezes mais rápida do medicamento comparado ao comprimido comum”, explica Andres Zapata, farmacologista e cientista principal de Assuntos Médicos da Haleon para Brasil, Argentina e Chile.

    O Optizorb é constituído por uma combinação de substâncias chamadas superdesintegrantes, que são moléculas que ajudam o medicamento a ser rapidamente digerido pelo corpo.

    + Leia também: Paracetamol deve ser usado com cautela na gestação, alertam pesquisadores

    Ácido adípico, crospovidona e carbonato de cálcio são as três substâncias por trás da agilidade da ação do novo veículo do paracetamol, que chega às prateleiras das farmácias sob o nome de Sonridor Rapid +Fort.

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    “Desenvolver um novo medicamento do zero é um processo custoso, por isso, precisamos focar também em criar formas de tornar mais eficazes os medicamentos que já estão bem estabelecidos”, reflete Zapata. “Trabalhar em veículos melhores para medicamentos de venda livre é uma forma eficiente de levar melhores resultados aos pacientes.”

    Mercado forte

    Dor de cabeça, nas costas, nas pernas, no abdômen… Difícil encontrar alguém que não sinta algum desses sintomas e não precise de remédios para lidar com eles e tocar a vida. Não à toa, os analgésicos são os medicamentos de venda livre mais consumidos no Brasil e o mundo.

    Só por aqui, no último ano, foram gerados R$ 10,3 bilhões em faturamento com o comércio de remédios como paracetamol, dipironaibuprofeno, aspirina… São medicamentos bem estabelecidos, baratos, eficazes, seguros — e por isso mesmo continuam ganhando atenção e novas roupagens pela indústria farmacêutica.

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