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“Indústria da Cura”: a série sobre um mercado cheio de polêmicas

Documento dividido em vários episódios e disponível na Netflix investiga tratamentos populares e controversos, de aromaterapia a veneno de abelha

Por André Biernath - 17 out 2020, 12h16

A cada abertura de episódio, o documentário seriado A Indústria da Cura, disponibilizado pela Netflix, repete as mesmas frases: “Bem-estar, um mercado global que vale trilhões de dólares. Mas será que ele traz saúde e cura?” O programa, que está causando polêmica entre os espectadores, aborda seis terapias alternativas de grande destaque mundo afora e tenta mostrar até que ponto elas são realmente efetivas ou quando não passam de charlatanice.

É uma opção de entretenimento para quem quer ver até onde o ser humano vai em busca de alívio para as aflições do corpo e da mente. 

Resumão dos episódios

Avaliação médica é crucial antes de qualquer terapia     

Óleos essenciais

Essas substâncias até aliviam quadros leves de ansiedade. Por trás de muitas promessas, há um verdadeiro esquema fraudulento na venda desses frascos.

Sexo tântrico

Inspirados no conhecimento da Índia antiga, indivíduos buscam o tantra para se reconectar consigo mesmo — no meio do caminho, alguns sofrem abuso sexual.

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Jejum intermitente

Em busca do emagrecimento e da melhora na saúde, tem gente que aceita viver 28 dias seguidos só à base de água. Há pouca ciência por trás dessa decisão.

Leite materno

Não há dúvidas de que ele é um superalimento para os bebês. Mas tem muito marmanjo comprando a bebida para supostamente ficar com os músculos fortes e definidos.

Ayahuasca

Esse chá psicodélico de origem amazônica é alvo de inúmeras pesquisas. Ao mesmo tempo, a procura por ele impulsionou o turismo na região. E isso afeta os povos tradicionais.

Veneno de abelha

Os produtos obtidos a partir desse inseto possuem efeitos terapêuticos conhecidos. Mas será que compensa tomar picadas dolorosas para tratar uma série de doenças?

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