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As 7 dúvidas mais comuns na hora de tomar remédio, respondidas

Pode cortar comprimidos ou drágeas ao meio? Com qual líquido é preciso engolir o medicamento? É possível ingeri-lo em jejum?

Por André Biernath
Atualizado em 9 jan 2018, 17h02 - Publicado em 9 dez 2017, 10h34

Tomar remédio às vezes parece mais difícil do que sugerem as ordens médicas. Podemos ou não podemos, por exemplo, ingerir o dito cujo em jejum? E eu posso cortar as drágeas e comprimidos para engoli-las com mais facilidade? Pois bem: SAÚDE responde a essas e a outras das principais dúvidas que as pessoas têm sobre esse assunto:

1. Posso cortar drágeas e comprimidos ao meio?

Melhor não. Nada garante que as duas metades ficarão iguais. Isso só está liberado para aqueles comprimidos que possuem um sulco no meio. A prática, porém, deve ser orientada pelo médico.

2. E abrir cápsulas?

De jeito nenhum! A capinha serve para evitar que a droga seja atacada pelo suco gástrico. Se você tem dificuldades de deglutir, veja se não há outras apresentações do mesmo princípio ativo.

3. Com que líquido devo engolir?

O bom e velho copo d’água é, de longe, o mais indicado. Existem compostos que são sensíveis à acidez da laranjada ou do leite e acabam se deteriorando prematuramente.

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4. Posso engolir a seco, sem nenhum líquido?

Por mais que algumas pessoas tenham facilidade, não é muito indicado fazer isso. Há o risco de o comprimido grudar no esôfago e provocar uma grave irritação na parede desse tubo.

5. Beber álcool corta o efeito?

Álcool e remédios podem levar a uma sobrecarga do fígado quando consumidos em conjunto. Além disso, alguns fármacos têm seus efeitos potencializados ou neutralizados pelos drinques.

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6. Devo tomar em jejum ou de barriga cheia?

A recomendação está escrita na bula. Certos medicamentos precisam do estômago vazio para funcionarem, enquanto outros causam até gastrite se não houver um alimento junto.

7. E se eu tomar fora de hora?

O ideal é sempre respeitar o tempo prescrito. Se você esquecer, tome assim que lembrar. Caso tenham se passado muitas horas, comece a contar um novo intervalo a partir dali.

Fontes: Moacyr Luiz Aizenstein, Farmacêutico, Professor Sênior do Departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo; Eurico Correia, Diretor Médico da Pfizer Basil; Amouni Mourad, Assessora Técnica do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo

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