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Os medos das mães durante e após a gravidez

Novo mapeamento indica principais temores envolvendo a gestação e os primeiros dois anos de vida do bebê — assim como a necessidade de mais apoio nessa fase

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
28 jan 2021, 10h18 • Atualizado em 28 jan 2021, 13h51
Foto de barriga de uma mulher gestante
A gestação e os primeiros anos de vida do bebê geram bastante ansiedade. (Foto: Photodisc/Getty Images)
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  • Receios envolvendo a saúde do bebê, a hora do parto e a nova vida como mãe são as grandes angústias que passam pela cabeça das mulheres durante e após a gestação. É o que confirma uma pesquisa com 483 brasileiras, entre gestantes e com filhos de até 2 anos, feita pela Theia, plataforma de saúde que combina atendimento virtual e presencial na jornada da gravidez.

    Para evitar que esses temores tragam prejuízos emocionais e sociais, Paula Crespi, cofundadora da empresa, recomenda acesso a informação de qualidade e apoio próximo. “Junto a uma rede de profissionais atualizados e respeitosos para prover um cuidado global e o suporte necessário, isso dará à mulher mais segurança e autoconfiança para lidar com esses medos e ter mais tranquilidade”, diz.

    Achados e orientações da pesquisa

    60% das mães relatam incerteza quanto à saúde da criança. O pré-natal e o acompanhamento com exames ajudam a verificar se está tudo bem e acalmar os ânimos.

    50% das mulheres têm medo de perder o bebê. Embora exista o risco de aborto espontâneo e por doenças, o suporte médico pode contornar eventuais distúrbios.

    32% temem não ser uma boa mãe. Orientação e apoio são decisivos na nova fase, mas é essencial ter em mente que cada vínculo é único — e repleto de aprendizados.

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    29% se afligem em não ter parto normal. Priorizar o parto normal é uma medida que faz bem para a mãe e o bebê, mas, se ele não for possível, a cesárea é segura e bem-vinda.

     

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