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Casa à prova de vírus (e outras ameaças)

A pandemia despertou a necessidade de reaprender a arte da faxina. Nosso guia ensina a limpar os ambientes de forma segura — e sem entrar em neura

Por André Biernath - Atualizado em 1 jul 2020, 16h34 - Publicado em 19 jun 2020, 09h00

Pra começar, saiba de uma vez por todas a diferença entre os produtos bem-vindos à limpeza:

Detergente (clique para comprar)*

Possui ativos que quebram moléculas de gordura e tiram manchas. Serve para a louça do dia a dia e pode ser aplicado em pisos, azulejos e no vaso sanitário. A espuma deve ser enxaguada com água corrente.

Desengordurante

Sua fórmula traz ingredientes potentes para tirar crostas maiores de gordura e limo na pia, no fogão, nas janelas, em paredes e no boxe do chuveiro. Há versões para banheiros e outras para cozinhas.

Multiúso

Como seu próprio nome já diz, é superversátil ao ser aplicado nas mais diversas superfícies e objetos — só não é indicado para madeiras. Traz uma mistura de detergentes com solventes.

Álcool

Disponível em duas versões. O 46% serve para tirar o pó com a ajuda de panos úmidos. Já o 70% elimina vírus e bactérias. Nunca guarde o frasco perto de fontes de calor. Assim, você evita acidentes com fogo.

Água sanitária

É ótima para o chão de banheiro e quintais. Elimina aquelas manchas de bolor e mofo que aparecem em paredes, no teto e no interior de móveis. Diluída, serve para desinfetar frutas e verduras.

Desinfetante

Acaba com vírus e bactérias, especialmente em cozinhas e banheiros. O produto precisa ficar no ambiente de cinco a dez minutos para ter uma ação completa. Um diferencial é seu cheiro mais agradável.

Produtos com perfume

São fórmulas diluídas em baldes d’água para serem aplicadas no chão da cozinha, dos quartos ou da sala com o auxílio do pano e do rodo. Deixa um aroma gostoso, que dá sensação de casa limpa. 

Sabão em barra

Curiosamente, se tornou um dos itens mais vendidos no Brasil nos primeiros meses da pandemia de Covid-19. Serve para lavar tecidos, louças e superfícies da cozinha, da lavanderia e do banheiro. 

Receitas caseiras

Certas soluções populares não têm eficácia comprovada. O vinagre, por exemplo, até elimina odores impregnados, mas seu poder de desinfecção é baixo em relação a álcool ou água sanitária.

O mercado de produtos de limpeza vem crescendo em 2020. Álcool, saco de lixo, vassoura, sabão em barra e desinfetante são campeões de vendas

Ilustrações: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

Ao chegar em casa

Para reduzir o risco de transmissão do coronavírus e de outros patógenos, especialistas recomendam alguns cuidados básicos

Ilustração: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital

Vestuário

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Tire os sapatos logo na porta de entrada e limpe a sola com álcool 70% ou desinfetante. Coloque toda a roupa com a qual estava na máquina de lavar. Limpe as mãos com bastante atenção ou, de preferência, tome um banho.

 

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Máscaras de tecido

Ilustrações: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital

 

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Durante a pandemia, esse acessório precisa ser usado toda vez que você sair para fazer compras ou trabalhar. Na volta, deixe-o de molho num balde com água sanitária diluída. Depois, enxágue e bote pra secar no varal. 

 

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Delivery

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Ao pedir comida pelo telefone ou por aplicativos, lembre-se sempre de desinfetar o cartão de crédito ou de débito e a embalagem, especialmente na região onde estão os lacres de segurança. 

 

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Sacolas

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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No mercado, dê preferência às ecobags, que podem ser utilizadas várias vezes — o meio ambiente agradece! Após o uso, lave-as com água e sabão. Finalize com um pano embebido em álcool.

 

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Alimentos frescos

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Frutas, legumes e verduras devem ser colocados por 15 minutos numa solução com 2 colheres de água sanitária para cada litro de água. Na sequência, enxágue bem e seque antes de guardar. 

 

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Alimentos secos

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Nesse caso, utilize um pano com álcool para limpar a embalagem de plástico, alumínio ou papelão. Cuidado para não deixar muito úmido, o que estraga a comida antes do prazo de validade. 

 

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Eles merecem capricho

Por mais que você saia pouco de casa, é preciso ter precaução com certos objetos e superfícies

Maçanetas e puxadores

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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O tempo todo tocamos maçanetas de porta, puxadores de gaveta, interruptores, tomadas e corrimões. É sempre bom passar um paninho com um pouco de desinfetante ou água sanitária a cada dois ou três dias. 

 

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Móveis

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Encostos de cadeira e mesas são locais nos quais mexemos com frequência. Antes de aplicar alguma substância ali, veja de que material a superfície é feita — a água sanitária provoca manchas em tecidos coloridos, por exemplo.

 

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Eletrônicos

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Mouse, teclado, celular e controles remotos não saem das nossas mãos. Para evitar avarias após algum tempo de limpeza, dê preferência ao álcool isopropílico, que evapora mais rápido que o comum. 

 

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Em 90 minutos de faxina, a gente chega a queimar mil calorias! Para evitar dores nas costas durante as atividades, tome cuidado com a postura

O substituto do velho rodo

Esfregões modernos são uma mão na roda

Ilustração: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital

Se você é daqueles que perdem a paciência com a rotina de varrer e passar pano em todos os cômodos, saiba que já existe uma solução que facilita o dia a dia: a linha de produtos conhecida como mop (clique para comprar)*, termo em inglês traduzido como “esfregão”. Fabricados por diversas empresas, eles são facilmente encontrados na internet e em lojas de departamentos.

Há três modelos principais: o primeiro deles vem com uma borracha cheia de ranhuras horizontais que absorve líquidos e prende a sujeira  acumulada pelo chão. O segundo tem formato retangular e traz um pano de microfibra — alguns contam inclusive com um spray acoplado que libera os produtos diretamente no piso durante a limpeza. O terceiro é redondo e está cheio fios de microfibra mais compridos. Esse tipo costuma vir com um balde especial para que o usuário misture água e desinfetante.  

Ameaças invisíveis

Uma única esponja de lavar louças chega a carregar 1 milhão de bactérias e 400 fungos. Esses micro-organismos encontram tudo de que precisam para viver e se multiplicar em cozinhas ou banheiros: comida farta, bom nível de umidade e temperatura ideal. Muitos desses seres microscópicos podem contaminar alimentos e provocar infecções gastrointestinais. A faxina periódica e a troca dos itens de limpeza ajudam a controlá-los.

Cozinha

Essa parte da casa demanda cuidados diários para não virar um ninho de germes — ainda mais se você deixar a louça suja se acumular

Geladeira

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Uma vez por mês, lave prateleiras e gavetas com água e sabão. No exterior, evite esponjas abrasivas ou produtos de limpeza fortes. Deixe os alimentos em potes fechados para prevenir a contaminação cruzada. 

 

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Fogão

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Sabe os respingos de molho de tomate ou o leite que ferveu e transbordou? Limpe quanto antes para não formar crostas duras — só veja se as peças do fogão estão frias para você não se queimar. Um multiúso dá conta do recado.  

 

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Forno

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Ao longo do tempo, acumula  manchas de gordura e restos de alimentos. A cada dois ou três meses, dê um trato na grade metálica e nas paredes com multiúso ou desengordurante. Não se esqueça de enxaguar e secar.

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Micro-ondas

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Para evitar sujeira espalhada, sempre cubra o alimento que você vai aquecer com tampa — mas deixe alguma abertura para evitar o acúmulo de ar dentro do recipiente. Limpe com esponja e sabão a parte interna toda quinzena.

 

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Pia

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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No dia a dia, após lavar a louça, use o detergente para eliminar a sujeira. Preste atenção no ralo e veja se há restos de comida parados ali. A cada sete dias, passe um pano com álcool ou água sanitária diluída.

 

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Esponja

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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É uma das campeãs no acúmulo de bactérias e fungos. Após o uso, retire os pedaços de alimento que ficaram presos e mantenha a peça guardada num lugar seco. Se possível, troque por uma nova após sete dias. 

 

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Armários

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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A superfície deles costuma acumular poeira e gordura bem difíceis de tirar. Os desengordurantes ajudam nessa tarefa. Não se esqueça da parte interna: arrumações semestrais ou anuais deixam tudo limpo e organizado.

 

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Piso

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Água, sabão e pedaços de alimentos caem com frequência no chão. É bom fazer uma manutenção simples (varrer e passar pano) a cada dois dias e usar produtos desinfetantes durante a faxina semanal.

 

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Área de serviço

Se a lavadora fica sem limpeza, suas roupas começarão a sair manchadas e com cheiro desagradável

Ilustração: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital

Máquina de lavar

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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A cada 30 ou 60 dias, faça um ciclo completo de lavagem sem nenhuma roupa, só com sabão e um pouco de água sanitária. Isso ajuda a tirar fiapos e sujeiras escondidos nos reservatórios e ductos internos do eletrodoméstico.

 

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Despensa

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Alimentos, itens de higiene pessoal e produtos de limpeza requerem um ambiente sem umidade e longe dos raios solares. Confira sempre o prazo de validade nos rótulos e não utilize aqueles que já passaram da data estipulada. 

 

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1 540 casos de intoxicação por produtos de limpeza ocorreram no país de janeiro a abril de 2020. O número é 23% maior do que o registrado em 2019

Ferramentas adequadas

Utensílios criativos facilitam a limpeza de lugares específicos da residência

Ilustração: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital

Já pensou no trabalhão que dá tirar o pó acumulado em cada uma das lâminas da persiana? E como deixar o vidro da janela limpinho, sem manchas ou fiapos? É para essas e outras situações que as empresas do setor desenvolvem e disponibilizam uma série de dispositivos inusitados.

O limpador de persianas, por exemplo, possui três hastes revestidas de tecido de microfibra que se encaixam perfeitamente nos vãos onde a sujeira se deposita. Para as janelas, que costumam ser uma pedra no sapato na hora da faxina pesada, é possível encontrar peças que trazem rodo e pano acoplados. Eles lavam os vidros com muita eficácia e rapidez. 

O terror dos alérgicos 

Saca só este trio: poeira, pelos de animais e ácaros são um verdadeiro tormento para quem tem asma, rinite ou bronquite. Eles estão no ambiente e se acumulam na roupa de cama, no travesseiro, no carpete, nos móveis e nos objetos. Quando aspirados, entram pelo nariz e motivam uma reação alérgica das bravas. Por isso que portadores dessas doenças devem dar uma atenção ainda maior à faxina. Uma dica é aposentar vassouras e espanadores e só utilizar panos úmidos e aspirador para não levantar tanto pó.

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Sala de estar 

O cantinho da casa onde relaxamos e nos divertimos estoca um monte de poeira e até resíduos de poluição 

Móveis

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Um pano molhado tira aquela lâmina de sujeira fininha que se forma após alguns dias. Tome cuidado com a umidade para não estragar a madeira. Se curtir o efeito brilhoso, finalize o serviço com um lustra-móveis.

 

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Sofá

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Use o aspirador para sugar cabelos, pelos de animais e o pó. Caso você derrube comida ou bebida, tente tirar a mancha com rapidez. Muitas vezes, será inevitável contratar um serviço especializado.

 

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Eletrônicos

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Televisão, DVD, videogame, roteador de internet e outros aparelhos não toleram água. Use um pouquinho de álcool isopropílico. Para evitar acidentes com eletricidade, retire-os da tomada antes de passar o pano.

 

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Ar-condicionado

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Esse dispositivo merece manutenção extra. De tempos em tempos, passe um pano úmido e lave os filtros com água e sabão neutro. Veja no manual se a troca das peças é realizada a cada semestre ou uma vez ao ano. 

 

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Tapete

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Na faxina semanal, utilize o aspirador para remover as impurezas. Se estiver sujo demais, você pode apelar para uma vassoura ligeiramente úmida. De 12 em 12 meses, é bom deixá-lo numa lavanderia profissional. 

 

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Chão

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Tudo depende do material de que ele é feito. Em pisos frios, como o porcelanato, um trapo molhado com um perfume é suficiente. Quando há madeira ou laminados, já é necessário usar alguma substância específica. 

 

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Quarto

O local de dormir pode virar o paraíso dos ácaros

Ilustração: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital

Colchão

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Após dez anos, essa peça acumula 1 trilhão de ácaros, e cada um deles excreta incríveis 20 bolotas de cocô todos os dias. Uma vez por semana, passe um aspirador. E faça a troca após uma década de serviços prestados.

 

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Travesseiro

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Outro que fica apinhado de ácaros — depois de seis anos, 10% do peso dele se deve a esses bichos. Troque a fronha de sete em sete dias e deixe o travesseiro pegar um banho de sol enquanto você faz a faxina do quarto. 

 

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Guarda-roupa

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Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Deixe as portas abertas de vez em quando para o ar circular e as peças não ficarem com aquele aroma peculiar de lugar fechado. Arrumações semestrais são uma ótima ideia pra doar aquilo que não serve ou você não veste mais. 

 

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Existem 940 mil playlists com o tema “faxina” no aplicativo de músicas Spotify. A procura por essas listas de canções aumentou 40% em abril de 2020

19% das faxinas nos lares brasileiros costumam ocorrer às sextas-feiras. Na sequência, os dias preferidos são as quartas, as quintas e os sábados

O futuro já começou

Tecnologia cada vez mais acessível acaba com a poeira da casa

Ilustração: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital

Robô aspirador parece coisa de filme de ficção científica. Mas já é possível encontrar modelos vendidos no Brasil a partir de 400 reais. Eles são ótimos para tirar a sujeira leve, como pó, cabelos e pelos de animais. Basta deixá-los num ambiente por 20 minutos que eles fazem todo o trabalho por você. Os mais modernos até se ligam de volta na tomada quando a bateria acaba. 

Química perigosa

Todos os produtos de limpeza vendidos no Brasil passam por análise e aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por mais seguros que sejam, o uso inadequado está relacionado a problemas na pele, nos olhos, nos pulmões e no intestino. Em caso de acidentes, a primeira medida é ligar para o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox) da sua região. O número está escrito nas embalagens. 

Banheiro 

Umidade, calor e boa oferta de matéria orgânica fazem desse cômodo um dos lugares preferidos dos micro-organismos

Ilustração: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital

Pisos e azulejos

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Com o passar do tempo, surgem gordura e limo nos revestimentos. Esfregue com detergente ou multiúso e enxágue bem. Na sequência, aplique desinfetante ou água sanitária e deixe agir pelo tempo indicado no rótulo. 

 

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Boxe

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Pode reparar: com o passar dos dias, o vidro começa a ficar borrado, com camadas foscas de sujeira. Utilize a parte macia da esponja para retirar essa meleca — desengordurante, multiúso ou detergente dão conta do recado.  

 

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Privada

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Recorra ao detergente comum ou ao multiúso na hora de arrancar a sujeira mais grossa. Só depois jogue o desinfetante ou a água sanitária para acabar com as bactérias que formaram colônias ali ao longo dos dias. 

 

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Pia

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Os produtos de limpeza comum são ótimos para o mármore e a cuba. Para deixar o metal das torneiras brilhante, é possível utilizar cremes saponáceos. Dê um capricho no suporte onde você deixa a escova de dentes.  

 

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Espelho

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Ao longo do tempo, fica cheio de respingos e manchas de pasta de dente. Aplique o multiúso e enxague. Para dar o toque final de perfeição, passe um pano seco que não solta muitos fiapos, como uma daquelas flanelas laranja.

 

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Armário

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Acumula muito bolor. Passe um pano com água sanitária de vez em quando. Aproveite o momento para organizar os itens de higiene e beleza estocados. Lembre-se de jogar fora aqueles que passaram da data de vencimento. 

 

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Áreas externas

Varandas e quintais são o ponto de contato da nossa casa com o mundo exterior e estão mais expostos a pragas

Quintal

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Lave com água e sabão a cada semana ou quinzena — caso possua animais de estimação que fazem xixi e cocô nesses locais, a periodicidade será menor. Tente não estocar lixo ou restos de materiais de construção desprotegidos.

 

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Ralos

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Ratos, formigas e baratas transitam pelo encanamento e podem desembarcar na sua casa. Instale telas que bloqueiam a passagem desses animais. Vale também jogar um pouco de água sanitária ali vez ou outra.

 

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Fossas

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Algumas residências sem acesso a rede de esgoto têm reservatórios de dejetos. O acesso a esses tanques deve ser restrito, pois há milhões de bactérias e vírus. É essencial contratar empresas para manutenções periódicas.

 

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Tralhas

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Sabe aquele quartinho da bagunça? Quando está sujo, ele vira criadouro de aranhas e ratos. Aproveite a quarentena para  fazer uma limpa e doar ou jogar fora tudo que não tem mais serventia à família. 

 

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Calha

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Com o passar do tempo, é essencial retirar lodo, folhas de árvores e outros componentes que provocam entupimentos. A água parada ali vira criadouro do Aedes aegypti, que transmite os vírus de dengue, zika e chikungunya

 

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Caixa-d’água

Ilustração: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital

 

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Necessita estar com tampa ou tela o tempo todo para não servir de ninho para o Aedes. A limpeza pesada de seu interior ocorre, no mínimo, a cada 12 meses. Assim, dá pra garantir uma boa qualidade da água.

 

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Se houver alguém com o coronavírus dentro de casa, o ideal é reservar um ambiente e banheiro para ele e reforçar as medidas de higiene 

Bichos por todos os lados

No final de maio, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) soltou um alerta: em razão da pandemia, os ratos estão se comportando de maneira mais agressiva. Mas calma que tem explicação: com restaurantes fechados e menos pessoas circulando pelas ruas, os roedores perderam sua principal fonte de alimentação. Com isso, precisam se arriscar e buscar novos territórios para garantir a própria sobrevivência. Quer evitar que eles ou outras pragas apareçam na sua casa? Guarde bem qualquer fonte de comida e descarte o lixo a cada dois dias. 

Xô, neurose!

Dá pra fazer a faxina periódica sem ficar obsessivo com a limpeza da casa

Rotina

Crie uma agenda de tarefas ao longo da semana e do mês. Compartilhe os afazeres com os moradores do lar — desse jeito todo mundo participa e não fica difícil pra ninguém.

Parte pesada

Há lugares e móveis que não carecem de limpeza com grande frequência, como o fundo dos armários no quarto. Organize essas grandes arrumações ao longo de um ano.

Desapegue

Não tem jeito: o pó sempre aparece e a louça nunca acaba. Tente concentrar o serviço do dia a dia em um horário para você conseguir descansar e realizar outras atividades sem ficar obcecado pela limpeza.   

Fontes: Adriano Guilherme Lowenstein, consultor técnico da Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp); Bernadette de Melo Franco, farmacêutica-bioquímica, diretora do Centro de Pesquisa em Alimentos, professora titular da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo; Cristina de Medeiros, gerente sênior de P&D da RB Hygiene Industrial; Ernesto Akio Taketomi, coordenador do Departamento Científico de Alérgenos da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai); Melissa Rosseto, coordenadora de produtos e processos da Colgate-Palmolive; Daniel Fadiga, gerente de produto da Colgate-Palmolive; Paulo Engler, diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes (Abipla); Paulo Ricardo Criado, coordenador do Departamento de Medicina Interna da Sociedade Brasileira de Dermatologia; Rafael Futoshi Mizutani, pneumologista do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas de São PauloRafael Stelmach, pneumologista do Hospital das Clínicas de São Paulo e presidente da Fundação ProAr; Renan Pioli, químico da YVY Brasil; Veronica Oliveira, palestrante, inspiradora digital e criadora do @faxinaboa nas redes sociais

*A Editora Abril tem uma parceria com a Amazon, em que recebe uma porcentagem das vendas feitas por meio de seus sites. Isso não altera, de forma alguma, a avaliação realizada pela SAÚDE sobre os produtos ou serviços em questão, os quais os preços e estoque referem-se ao momento da publicação deste conteúdo.

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