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Dormir pouco aumenta o risco de câncer de mama

A falta do hormônio que regula os ciclos do sono pode colocar as mulheres em risco

Por Thiago Nepomuceno
5 out 2016, 13h54 • Atualizado em 28 out 2016, 12h27
Gustavo Arrais
Gustavo Arrais (/)
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  • As noites em claro parecem causar mais problemas do que um dia de cansaço ou olheiras. Segundo um estudo da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de São José do Rio Preto, dormir pouco aumenta o risco de as mulheres desenvolverem tumores nas mamas. Isso porque, durante o descanso profundo, o corpo produz em larga escala um hormônio chamado melatonina, que vem sendo encarado como um fator de proteção contra esse tipo de câncer.

    Leia também: Um ônibus contra o câncer de mama

    Na pesquisa, a doutoranda Juliana Ramos Lopes e outros cientistas usaram uma representação de “células tronco-tumorais”, que são consideradas responsáveis pela volta do câncer e por uma maior resistência às terapias empregadas para derrotá-lo. Depois que essas estruturas cresceram, a equipe ainda submeteu-as a um tratamento com um composto químico chamado bisfenol A e o hormônio estrógeno, ambos conhecidos por estimular o crescimento do tumor. Só aí a melatonina entrou na jogada – e para mostrar um belo serviço. Em nota divulgada pela instituição, Juliana contou que o hormônio do sono foi capaz de reduzir a proliferação celular induzida pelas duas substâncias químicas. Agora, os cientistas querem utilizar o hormônio como um tratamento coadjuvante entre as mulheres com câncer de mama.

    Vale lembrar que, em 2012, uma investigação americana com 412 mulheres recém-diagnosticadas com câncer de mama apontou que aquelas que passavam menos de seis horas na cama eram justamente as que lutavam contra tumores mais agressivos. Além disso, eram as que corriam maior risco de sofrer com a reincidência da doença.

    Leia também: Qual o papel do sono na imunidade?

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    Estratégias para ter um sono melhor

    SEJA ATIVO
    Mantenha o dia recheado de atividades. Um passeio com os amigos, a prática de uma atividade física, uma leitura agradável e, claro, o trabalho são boas opções com que se ocupar. Mas não vá lotar sua agenda de milhares de compromissos, porque o estresse abala o sono. Pensando nisso, não deixe tarefas irritantes para períodos próximos aos de dormir.

    EVITE COMER MUITO À NOITE
    Barriga cheia e sono não combinam. Isso porque o organismo precisa se ativar para processar alimentos e, com uma revolução acontecendo no estômago, fica complicado relaxar.

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    APAGUE TODAS AS LUZES
    Ficar no breu ajuda, e muito, a adormecer. Afinal de contas, a ausência de luz é percebida pela retina, que, por sua vez, passa a mensagem ao cérebro de que chega o momento de se desconectar. Se der para contar os dedos da mão com facilidade, é sinal de que já está claro demais. E sabe quando o smartphone acende no meio da madrugada? Isso também já é capaz de afetar o descanso. Vire a tela para baixo.

    NÃO FIQUE NA CAMA DE BOBEIRA
    O ideal é só se deitar quando realmente for repousar.

    NÃO DURMA EM AMBIENTE BARULHENTO
    Ruídos (como os da televisão ou do celular) deixam o sono superficial e, assim, conspiram contra a saúde.

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