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O que aprender com os erros na alimentação

Novo livro reflete (e provoca) sobre a origem de nossas escolhas à mesa. E nos mostra como usar falhas do passado para ajustar a dieta

O instinto até aciona a necessidade de matar a fome, mas o que (e como) comemos é algo moldado pelo ambiente em que somos criados. Pais, irmãos, escola, televisão… Eis o jogo de influências que forma nossos costumes e preferências na dieta.

Partindo desse pressuposto, a jornalista e escritora Bee Wilson traça, em Como Aprendemos a Comer, um panorama do impacto do contexto familiar, cultural e social na origem de bons e maus hábitos alimentares, bem como no risco de obesidade e transtornos de imagem.

A boa notícia é que, ainda que tenhamos aprendido a comer errado, é possível passar por um reaprendizado a fim de ter um cardápio mais saudável e prazeroso. Calcada em inúmeros estudos e experiências mundo afora, Bee nos mostra como crianças, adultos e países inteiros podem melhorar a alimentação. Confira as principais questões que a autora coloca para revermos a relação com a comida:

Sobre a fome

Barriga roncando é uma reação natural e esperada. Bom senso com a história de manter-se alimentado o tempo todo.

Sobre os genes

Nenhuma pessoa está sentenciada a comer mal. Alimentação faz parte de uma (re)aprendizagem.

Sobre a mudança

Criar novos hábitos à mesa depende primeiro de mudar como se come e não o que se come.

Sobre os padrões

Estimular estereótipos de beleza, magreza e machismo nas crianças pode acabar em problema.

Sobre o prazer

Educar a alimentação pelo aspecto sensorial é mais eficiente do que pelo apelo nutricional.

Como Aprendemos a Comer

Autora: Bee Wilson
Páginas: 288
Preço: R$ 64,90
Editora: Zahar

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