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Maracujá-alho é promissor contra o Parkinson

Pesquisa agora deve avançar para avaliar a dose segura e eficaz entre seres humanos e melhores formas de uso

Por Thaís Manarini 20 dez 2020, 12h15

Essa espécie típica do cerrado — há mais de 100 tipos de maracujá no Brasil — não tem o nome à toa. “Quando é aberta, sente-se um aroma de alho”, explica o engenheiro de alimentos Nedio Jair Wurlitzer, da Embrapa Agroindústria Tropical. Embora não sirva para fazer suco, suas folhas rendem um chá popularmente conhecido por aliviar tremores, como aqueles de quem sofre de Parkinson.

Com base nisso, Wurlitzer e uma equipe levaram a fruta ao laboratório. “Identificamos, em animais, redução de ansiedade, além de recuperação de coordenação motora e maior nível de dopamina no cérebro”, revela. Os estudos seguirão para avaliar as melhores formas de uso.

Se tudo der certo, podem evoluir para os seres humanos. É esperar para ver

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