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O que está por trás da lei que libera remédios para emagrecer

O SAÚDE Comenta desta semana repercute a liberação, pela Câmara dos Deputados, de medicamentos (alguns anfetamínicos) contra a obesidade

Por Theo Ruprecht, Diogo Sponchiato Atualizado em 27 jun 2017, 11h07 - Publicado em 27 jun 2017, 11h01

Anfepramona, femproporex, mazindol e sibutramina. Esses remédios anorexígenos (os três primeiros são anfetamínicos) foram liberados para uso na luta contra a obesidade, após votação na Câmara dos Deputados e a posterior assinatura de Rodrigo Maia, que exercia o cargo de presidente em exercício enquanto Michel Temer estava fora do Brasil.

A decisão gerou um debate acalorado. De um lado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e outras instituições criticaram a medida pela falta de estudos que comprovam reais benefícios dessas substâncias e pelos consideráveis efeitos colaterais. Do outro, o Conselho Federal de Medicina e mais entidades alegaram que a medida dá mais opções para ajudar pacientes a emagrecerem.

Em meio a esse bafafá, trazemos para você o que está em jogo para você formar sua própria opinião. Toda semana, a equipe da SAÚDE comenta as principais notícias da área.

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