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Um livro para o trabalho não acabar com a gente

Em "O Trabalho Não Precisa Ser uma Loucura", executivos defendem mudança de visão e postura tanto das empresas como dos colaboradores

Por Diogo Sponchiato Atualizado em 30 out 2020, 19h22 - Publicado em 30 out 2020, 19h19

Metas em cima de metas, reuniões sem fim, e-mails, chats e mensagens fora do expediente… Fica fácil entender por que cresce o número de pessoas que sofrem e adoecem em função da rotina e do ambiente corporativo. Para quebrar esse círculo vicioso, devemos reconsiderar e demolir alguns conceitos que imperaram por décadas na cultura das empresas, como a ideia de que é bonito chegar cedo e sair tarde do escritório ou varar madrugadas para entregar projetos.

Eis o manifesto de dois executivos de uma companhia de softwares americana que, ao longo dos anos, testaram e implementaram resoluções capazes de alavancar a felicidade dos colaboradores e o lucro da firma. Em O Trabalho Não Precisa Ser uma Loucura (clique para comprar), Jason Fried e David Hansson dividem reflexões e exemplos que podem inspirar funcionários, empreendedores e gestores. O case deles soa às vezes paradisíaco, mas no mínimo nos força a desconstruir mitos do trabalho árduo, corrido e competitivo.

Para refletir

Cinco questões para se fazer considerando seu comportamento no trabalho

É urgente mesmo?
Dar ou exigir respostas rápidas e imediatas na maioria das vezes não faz diferença para o fluxo e o sucesso das atividades.

Precisa de reunião?
Boa parte dos encontros, sobretudo os que envolvem gente demais, desperdiça tempo e não chega a resoluções.

Estou concentrado?
O ambiente de trabalho, os chats e as redes sociais podem fazer com que horas no computador não rendam. Foco faz diferença.

Metas são tudo?
Não! Na empresa dos autores, metas nem existem mais. Não raro elas são arbitrárias e inalcançáveis.

Tenho de descansar?
Mas é claro! Sono e férias são sagrados. Se você ou a companhia não respeitam isso, uma hora o corpo e a mente se ressentem.

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