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Vacina da gripe 2026: campanha anual vai começar. Veja quem pode tomar e onde encontrar

Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades são prioridades, pois apresentam maior risco de complicações, internações e óbito

Por Layla Shasta Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 mar 2026, 08h55 •
Foto de ampolas de vacina da gripe do SUS
Vacinas protegem contra três variantes do vírus em circulação no país. (Ministério da Saúde/Reprodução)
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  • A campanha nacional de vacinação contra a Influenza, o vírus da gripe, começa neste sábado (28), com a promoção de um “Dia D” em praticamente todo o país. Realizada anualmente, a mobilização prioriza crianças, gestantes e idosos com 60 anos ou mais, grupos mais suscetíveis a formas graves da doença.

    O movimento segue até 30 de maio, ofertando vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A distribuição do imunizante estará disponível todas as regiões do Brasil, exceto o Norte, onde a campanha deve ocorrer no segundo semestre do ano, que é quando o ocorre o pico de casos da doença nessa localidade.

    Por que tomar a vacina?

    O vírus da gripe costuma seguir uma sazonalidade, isto é, ele atinge um pico de circulação em determinadas épocas do ano. Esse período é, geralmente, entre o outono e o inverno; fase na qual entramos na última sexta-feira (20).

    Além disso, dados preliminares de 2026 apontam para um aumento da circulação da doença antes do esperado. Segundo o Boletim Infogripe, da Fiocruz, na semana de 14 de março já havia registro de um pico de casos de Influenza A, variante mais comum do patógeno.

    Até a mesma data, haviam sido notificados 14,3 mil casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país, quadro geralmente causado por infecções e que pode ser fatal. Ao todo, foram notificados 840 óbitos. A influenza responde por 28,1% das infecções identificadas nas pessoas internadas.

    Quem pode se vacinar?

    A vacina influenza integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.

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    Além desses públicos, a imunização é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários. Entre crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose e as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.

    No caso da população indígena a partir de 6 meses de idade, seguem as mesmas orientações de faixa etária e histórico vacinal. Crianças e pessoas com comorbidades até 8 anos que ainda não foram vacinadas também devem receber duas doses.

    A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do Calendário Nacional, como a da Covid-19.

    Onde encontrar?

    Para se vacinar, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBSs) com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto.

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    Além disso, a orientação do Ministério da Saúde é de que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para o alcance imediato dos públicos prioritários. 

    Por que se imunizar anualmente?

    O vírus influenza sofre mutações constantes, o que torna a vacina antiga ineficaz. Além disso, a proteção dos anticorpos diminui com o tempo. Por isso, vacina é atualizada todo ano com as cepas mais recentes em circulação, o que garante proteção contra formas graves e óbito.

    Os imunizantes podem conter três ou quatro cepas de influenza, por isso os termos trivalente e quadrivalente. As versões adotadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) contam com três tipos do vírus, enquanto as doses da rede privada podem conter quatro.

    Vale destacar que as duas formas são seguras e eficazes na prevenção de casos graves e mortes pela doença. Além disso, a dose leva 15 dias para fazer efeito.

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    Em 2026, as doses no SUS protegem contra as variantes:

    • Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09
    • Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2)
    • Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria).

    A vacina da gripe causa reações adversas?

    Muitas pessoas acreditam que a vacina da gripe pode causar a doença, mas isso não é verdade. O imunizante é composto por fragmentos dos vírus ou por vírus mortos, por isso, não consegue provocar uma infecção ativa, isto é, a gripe.

    Em geral, ela também não causa sensação de desconforto após sua administração. Geralmente, as reações (dor no local da injeção, eritema e enduração) ocorrem no local onde foi aplicada a vacina, mas desaparecem em até 48 horas. Contudo, um número reduzido de pessoas pode apresentar febre e mal-estar temporários.

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    Recomenda-se, ainda, adiar a vacinação nos casos de doenças febris agudas, moderadas ou graves até a resolução do quadro, para que esses sintomas não sejam confundidos com reações à vacina.

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