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Alergia à camisinha existe mesmo? Conheça as causas e o que fazer

Látex é a causa mais comum de alergias aos preservativos, mas não é a única explicação. Descubra os principais sintomas e alternativas

Por Clarice Sena
23 jun 2024, 08h00

O uso da camisinha durante a relação sexual é imprescindível para se proteger de várias infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de ajudar a prevenir uma gravidez indesejada.

No entanto, em algumas pessoas, o uso do preservativo pode provocar incômodos que atrapalham a hora do sexo — e pode não ser simplesmente um desconforto com a textura, mas uma verdadeira alergia à camisinha.

Sim, o problema existe mesmo. A sensação de desconforto e sensibilidade na região genital pode ocorrer já durante a relação ou logo após, variando de uma simples irritação até uma reação mais grave, que se manifesta em outras partes do corpo.

Sintomas de alergia à camisinha

Entram na lista:

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  • Ardência;
  • Vermelhidão;
  • Inchaço;
  • Coceira;
  • Dor na genitália;
  • Descamação da genitália e virilha;
  • Feridas;
  • Olhos lacrimejando;
  • Irritação na garganta;
  • Sensação de sufocamento.

Náuseas e falta de ar podem indicar quadros mais severos.

+Leia também: Dia do Sexo (seguro): as diversas estratégias para prevenir infecções

Como tratar?

Uma alergia grave pode desencadear choque anafilático, uma reação potencialmente fatal em que o sistema imunológico libera compostos que causam uma rápida inflamação em todo o corpo e podem afetar de forma severa a respiração.

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Pessoas nessa situação precisam passar por tratamento emergencial e imediato com uso de epinefrina.

Mesmo em reações mais leves, quando notada a alergia é necessário interromper imediatamente o contato com o preservativo e procurar um médico ginecologista, urologista ou alergologista.

Esses profissionais podem solicitar exames para identificar o caso e receitar o uso de antialérgicos, anti-inflamatórios e corticoides.

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Quais são as alternativas para quem tem alergia?

Atualmente, existe uma grande variedade de camisinhas disponíveis no mercado com características diversas. Começando pela composição, os produtos mais comuns são feitos à base de látex, um dos principais alérgenos nesse caso.

Pessoas que nunca tiveram irritação com látex podem passar a ter mesmo em idade avançada, principalmente se já possuírem outras alergias alimentares ou respiratórias.

Como a alergia à camisinha em muitos casos é na verdade uma alergia ao látex, a recomendação é trocar o preservativo de uso rotineiro por camisinhas à base de borracha sintética, poliuretano e poli-isopreno.

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As informações sobre a composição do preservativo, incluindo seus aditivos, devem constar nas embalagens. Aquelas feitas com látex vêm com aviso indicando a presença da substância e o alerta: “pode causar alergia”.

E se a alergia não for ao látex?

Corantes, aromatizantes, lubrificantes e espermicidas presentes em algumas camisinhas também podem causar alergias. Nesses casos, é mais difícil encontrar alternativas. Quanto mais química, maiores as chances de ter alguma irritação causada por algum dos produtos.

Caso você siga tendo incômodo mesmo após parar de usar camisinhas com látex, é sinal de que a causa do problema pode estar em outro composto.

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Nesse caso, vale a mesma regra: suspenda o uso daquela marca e busque orientação médica para investigar a origem da reação em busca de uma opção que funcione para o seu corpo. Só não abandone o sexo seguro!

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