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Cuide do tornozelo durante o exercício

Jamais subestime uma pisada errada ou dores no local

Por Ingrid Luisa
25 jan 2022, 18h26

Praticantes de esportes como vôlei, futebol e basquete tendem a sofrer com problemas no tornozelo.

A torção (ou entorse), lesão dos ligamentos que unem o pé à parte inferior da perna, está entre as três chateações mais recorrentes, principalmente para quem participa de modalidades que envolvem impactos repetitivos, rotações do pé e desacelerações bruscas.

Mas mesmo atividades mais tranquilas nesse sentido podem acarretar tropeços e outros danos ao tornozelo.

“Havendo risco de entorse, é recomendado fazer um trabalho complementar de fortalecimento da região, alongamento e equilíbrio”, diz o médico Vicente Mazzaro Filho, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

“Usar o calçado certo para a prática do exercício também faz diferença”, completa.

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O que acontece nas torções

Nível de dor não revela a gravidade da lesão — daí a importância de procurar um médico

Grau 1 (leve)
É quando há apenas um estiramento do ligamento, que pode vir com rupturas microscópicas de fibras internas. Mesmo leve e sem gerar muita dor, o quadro pode piorar se não for tratado.

Como fica o ligamento após uma entorse grau leve
Como fica o ligamento após uma entorse grau leve (Ilustração: Rodrigo Damati/SAÚDE é Vital)

Grau 2 (moderada)
Há um rompimento parcial do ligamento. Pode provocar dor e inchaço imediatos. É comum haver perda de mobilidade e o sujeito não conseguir colocar o pé no chão. Tem que pedir socorro mesmo.

Como fica o ligamento após uma entorse grau 2
Como fica o ligamento após uma entorse grau 2 (Ilustração: Rodrigo Damati/SAÚDE é Vital)

Grau 3 (grave)
É a ruptura completa do ligamento do tornozelo. A articulação fica instável e refém de muita dor. A recuperação é lenta: demanda sessões de fisioterapia e pode exigir uma cirurgia.

Como fica o ligamento após uma entorse grave
Como fica o ligamento após uma entorse grave (Ilustração: Rodrigo Damati/SAÚDE é Vital)

+Leia também: Caminhar é preciso: entenda o poder da caminhada

Tornozeleira high-tech

Para quem já passou por uma torção e ficou com certa instabilidade, o uso de tornozeleiras é indicado para prevenir novas lesões. O bacana é que as tecnologias na área vêm avançando.

A brasileira Mercur, por exemplo, acaba de lançar uma tornozeleira de compressão elástica que recorre a técnicas tradicionais de tricô para sua fabricação — o que ajuda a moldar e a proteger ainda mais a região. Para decidir o modelo adequado, peça indicações ao seu médico ou fisioterapeuta.

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