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Caminhada nórdica contra o câncer de mama

Originária do norte da Europa, a modalidade suaviza várias das consequências provocadas por esse tumor e seus tratamentos

Por Theo Ruprecht Atualizado em 1 out 2020, 10h23 - Publicado em 12 fev 2020, 10h04

Embora venha da Finlândia, a caminhada nórdica não depende de neve ou equipamentos de esqui. Basta segurar um bastão em cada mão e usá-los de apoio enquanto anda aceleradamente pelo parque ou mesmo na calçada. E, seja no frio escandinavo, seja no calor tropical, a prática pode ajudar mulheres com câncer de mama.

Segundo uma revisão de estudos feita na Universidade de Vigo, na Espanha, ela ameniza a percepção de dor e as taxas de depressão. Além disso, alivia o linfedema no braço, um inchaço relativamente comum entre as pacientes que passam por cirurgia ou radioterapia.

“Comparados com os movimentos da caminhada normal, os da nórdica trazem vantagens no controle de efeitos colaterais do tratamento”, relata o pesquisador Jorge Torres, autor do levantamento.

  • Benefícios pelo corpo todo

    Não faltam motivos para investir na caminhada nórdica após o diagnóstico do câncer de mama

    Bem-estar mental: todo exercício incentiva a liberação de neurotransmissores por trás da sensação de prazer.

    Inchaço: o vaivém dos braços auxilia a drenar o líquido que se acumula e provoca linfedema na região.

    Força física: movimentar os membros inferiores e superiores mantém os músculos firmes durante o tratamento.

    Percepção de dor: as atividades físicas em geral, quando não exageradas, liberam nossos analgésicos naturais.

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