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Como lidar com a dor crônica – Dia Mundial da Saúde

Quando são constantes, as dores viram uma doença em si. Confira uma entrevista sobre como tratar esse problema - e o que está surgindo no horizonte

Por Theo Ruprecht, André Biernath Atualizado em 7 abr 2017, 13h49 - Publicado em 6 abr 2017, 10h42

“Ninguém deve viver com dor o tempo todo”. A bióloga Camila Squarzoni Dale, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), explica como as pesquisas sobre neuroestimulação, uma nova maneira de tratar os incômodos constantes, estão evoluindo e renovam as esperanças de combate ao problema. Esse é o segundo vídeo de nossa série em homenagem ao Dia Mundial da Saúde, comemorado no dia 7 de abril.

  • Nele, você ainda vai entender a diferença entre dor aguda e dor crônica. Ora, enquanto a primeira é uma reação normal importante, que nos faz evitar situações perigosas, a segunda é uma desordem que precisa ser tratada. E não apenas com remédios ou tecnologias médicas. Hoje, sabe-se que o exercício físco, por exemplo, é fundamental para contornar incômodos nas costas e em outras regiões do corpo.

     

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