Isolamento não é sinônimo de solidão
Idosos são mais vulneráveis ao distanciamento social. Como ampará-los neste momento?
Não tem jeito: enquanto não existir vacina ou remédio, ficar trancado em casa é uma das melhores estratégias para conter o avanço do novo coronavírus. Claro que o isolamento social, que deve persistir mesmo diante de algumas flexibilizações, produz efeitos adversos, especialmente na população que já passou dos 60 anos.
Num editorial escrito para o periódico científico The Lancet, epidemiologistas da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, destacam que a falta de contato com outros nessa faixa etária é um problema de saúde pública, com repercussões nos sistemas imune, cardiovascular e neurológico. Esses indivíduos também sofrem maior risco de desenvolver depressão e ansiedade quando não interagem com familiares e amigos.
“Trabalho há anos com pessoas de 80, 90, 100 anos, e o que eles mais valorizam é a independência, o movimento e a autonomia”, diz a antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro A Bela Velhice (Editora Record). Para minimizar os danos, o jeito é apostar em conversas telefônicas ou por aplicativos de videoconferência.






![[RELAMPAGO] PAYWALL (728 x 90 px) Banner laranja com texto branco OFERTA RELÂMPAGO e um raio amarelo, seguido de Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas Superinteressante e Veja, e um celular com aplicativo aberto](https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-728-x-90-px.gif)
![[RELAMPAGO] PAYWALL - 328x79 Banner laranja com OFERTA RELÂMPAGO em destaque, acompanhado de um raio amarelo. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, revistas Superinteressante e Veja e um cartão de crédito. No canto superior direito, um ícone de árvore](https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-328x79-1.gif)